events-manager domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home2/yloeavmy/public_html/website_26a47ad8/wp-includes/functions.php on line 6170O post Benefícios do Chá de Canela: Ajuda a Emagrecer e Muito Mais apareceu primeiro em Meu Treino Perfeito.
]]>Para começar, o chá de canela não é apenas um simples ingrediente para tortas – ele possui verdadeiros superpoderes. Você sabia disso?
Vamos direto ao ponto principal: o chá de canela é um aliado incrível na perda de peso. Ele tem o poder de acelerar o metabolismo. Isso mesmo, apenas saboreando esta bebida, você já está dando um boost no seu corpo!
A canela é uma especiaria milenar que não apenas adiciona sabor aos pratos, mas também oferece benefícios surpreendentes para a saúde. De acordo com o livro “Nutrição e Saúde: Fundamentos para a Prática Clínica” de Marcia Nelms, Kathryn P. Sucher e Sara Long Roth, a canela é conhecida por suas propriedades termogênicas, o que significa que ela pode aumentar a temperatura do corpo e, assim, acelerar o metabolismo. Isso é essencial para quem busca emagrecer, pois um metabolismo mais rápido queima mais calorias, mesmo em repouso.
Além disso, a canela também pode ajudar a regular os níveis de açúcar no sangue, como destacado no livro “Alimentação, Nutrição e Saúde: Do Princípio ao Fim” de Milton de Arruda Martins e Lila Missae Oyama. Isso é especialmente importante para atletas e entusiastas do fitness, pois ajuda a controlar aquela vontade de comer doces após os exercícios, mantendo os níveis de energia estáveis.
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O chá de canela oferece uma série de benefícios para a saúde e o bem-estar. Vamos explorar os sete principais benefícios desta incrível bebida:
Um dos benefícios mais notáveis do chá de canela é a capacidade de acelerar o metabolismo. A canela é conhecida por suas propriedades termogênicas, o que significa que ela aumenta a temperatura corporal e estimula o corpo a queimar mais calorias, mesmo em repouso. Isso é fundamental para quem busca emagrecer e manter um peso saudável.
A canela é um aliado poderoso na regulação dos níveis de açúcar no sangue. Estudos indicam que o consumo regular de canela pode ajudar a melhorar a sensibilidade à insulina e reduzir os picos de açúcar no sangue após as refeições. Isso é especialmente benéfico para pessoas com diabetes ou pré-diabetes.
O chá de canela pode ajudar a controlar o apetite, tornando-o uma escolha inteligente para quem deseja evitar excessos alimentares. A canela ajuda a manter os níveis de açúcar no sangue estáveis, o que reduz os picos de fome e a vontade de consumir alimentos açucarados.
A canela é rica em antioxidantes, que combatem os radicais livres no corpo. Os antioxidantes ajudam a proteger as células contra danos e envelhecimento precoce, além de contribuir para a saúde geral do organismo. Esta propriedade antioxidante da canela pode ser um importante aliado na prevenção de diversas doenças.
O chá de canela possui propriedades anti-inflamatórias que podem ajudar a reduzir o inchaço e a inflamação no corpo. Isso é particularmente benéfico para atletas e praticantes de atividade física, pois ajuda na recuperação muscular e na prevenção de lesões.
A canela é conhecida por suas propriedades que auxiliam na digestão. Ela pode aliviar desconfortos gastrointestinais, como gases e indigestão, e promover um sistema digestivo saudável. Isso significa que você se sentirá mais confortável e energizado durante seus treinos.
Além de todos os benefícios à saúde, o chá de canela é simplesmente delicioso. Seu sabor doce e picante é reconfortante e relaxante, tornando-o uma escolha perfeita para um momento de pausa após um treino intenso. A experiência sensorial proporcionada pela canela é um bônus adicional para quem busca uma vida saudável.
Agora que você conhece os sete principais benefícios do chá de canela, não hesite em incluí-lo em sua rotina de treinos e alimentação. Lembre-se sempre de consumi-lo com moderação e consultar um profissional de saúde, especialmente se tiver alguma condição médica específica. O chá de canela pode ser uma adição valiosa à sua jornada fitness e de bem-estar.
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Mas o chá de canela não é apenas saudável, ele também é delicioso! Com seu sabor doce e picante, é como receber um abraço quente no paladar, ideal para relaxar após um treino puxado. A melhor parte? É super simples de preparar!
De acordo com o livro “Receitas Fitness: Práticas e Deliciosas” de Maria Eduarda Ribeiro, para preparar o chá de canela, basta ferver água e acrescentar cascas de canela para a infusão. Para enriquecer o sabor, você pode adicionar um pouco de mel ou suco de limão. Lembre-se, porém, que o equilíbrio é essencial.
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Um aviso importante: tudo deve ser consumido com moderação. O excesso de canela pode ser nocivo, como alerta o livro “Nutrição e Metabolismo: Compreendendo Bases Moleculares e Aplicações Clínicas” de Karine Louise dos Santos e Rosane Maria Trindade de Almeida. Portanto, é essencial seguir as orientações de consumo adequado para evitar efeitos adversos.
O chá de canela é uma bebida naturalmente baixa em calorias e livre de gordura. No entanto, ele oferece uma variedade de nutrientes e compostos que podem ser benéficos para a saúde. Abaixo, apresentamos uma tabela com as informações nutricionais aproximadas para uma xícara (240 ml) de chá de canela:
| Nutriente | Quantidade por xícara |
|---|---|
| Calorias | 2 calorias |
| Carboidratos | 0,6 gramas |
| Proteínas | 0 gramas |
| Gorduras | 0 gramas |
| Fibras | 0,2 gramas |
| Vitamina K | 0,4 microgramas |
| Cálcio | 10 miligramas |
| Ferro | 0,1 miligramas |
| Potássio | 11 miligramas |
| Magnésio | 1 miligrama |
| Vitamina C | 0,1 miligrama |
É importante observar que as quantidades de nutrientes podem variar ligeiramente dependendo da forma como o chá de canela é preparado e do tipo de canela utilizada. A canela em si é uma excelente fonte de antioxidantes, especialmente o composto conhecido como cinamaldeído, que contribui para muitos dos benefícios à saúde associados ao chá de canela.
Lembre-se de que o chá de canela é frequentemente consumido sem adição de açúcar, o que o torna uma opção de bebida com baixo teor calórico. No entanto, se você preferir adoçar o chá, é importante fazê-lo com moderação para manter os benefícios à saúde.
O chá de canela é uma excelente adição à sua dieta, não apenas por suas propriedades nutricionais, mas também por seus benefícios à saúde. Certifique-se de aproveitar essa bebida deliciosa e saudável como parte de sua jornada fitness e de bem-estar.
Resumindo, o chá de canela é uma maneira fantástica de adicionar mais sabor e benefícios à sua rotina de exercícios. Experimente e descubra como essa bebida simples pode revolucionar seus treinos e sua saúde. Lembre-se sempre de consultar um profissional de saúde antes de fazer mudanças significativas em sua dieta.
A sinergia entre nutrição equilibrada, hidratação adequada e descanso é fundamental para o sucesso de qualquer jornada fitness. Uma alimentação rica em proteínas, carboidratos complexos, gorduras saudáveis e uma variedade de frutas e vegetais é essencial para energizar e auxiliar na recuperação muscular. Não subestime a importância da água para manter a temperatura corporal regulada e os nutrientes bem distribuídos. Além disso, lembre-se que o descanso é tão vital quanto o exercício. Dormir de 7 a 8 horas por noite e incluir atividades de baixa intensidade nos dias de descanso contribui para o crescimento e reparação muscular, além de prevenir lesões. Ouvir o seu corpo e respeitar os sinais de cansaço não é apenas uma parte do treino, é a chave para um progresso contínuo e saudável.
A melhor forma de se aprofundar no conhecimento sobre os benefícios do chá de canela é ler livros especializados sobre o assunto. Recomendamos a leitura de obras como “Nutrição e Saúde: Fundamentos para a Prática Clínica” de Marcia Nelms, Kathryn P. Sucher e Sara Long Roth, e “Alimentação, Nutrição e Saúde: Do Princípio ao Fim” de Milton de Arruda Martins e Lila Missae Oyama. Além disso, você pode aproveitar os vídeos e aulas disponíveis no canal “Meu Treino Perfeito” para obter informações adicionais e dicas práticas.
Se você tiver qualquer dúvida sobre o chá de canela, não hesite em entrar em contato conosco através das redes sociais do canal “Meu Treino Perfeito”. Estamos aqui para ajudar e fornecer informações adicionais para a sua jornada fitness. Se você gostou deste conteúdo, por favor, curta e compartilhe com seus amigos, pois isso ajuda o canal “Meu Treino Perfeito” a crescer e continuar fornecendo ótimos conteúdos e informações para a nossa comunidade.
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Esperamos que este artigo tenha sido informativo e inspirador para você. O chá de canela é realmente um aliado valioso em sua busca por uma vida saudável e ativa. Lembre-se de incorporá-lo de forma equilibrada em sua dieta e desfrute de seus benefícios. Até nosso próximo vídeo, e continue firme no seu treino perfeito!
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]]>DICA: Se você tiver qualquer dúvida ou se tiver dificuldade de entender o conteúdo, entre em contato e fale com um personal trainer online ou nutricionista.
Esse post faz parte de um curso que estamos desenvolvendo chamado Protocolo do Emagrecimento – Meu Treino Perfeito.
Para conferir tudo que já foi publicado, acesse o link https://meutreinoperfeito.com.br/category/cursos/protocolo-do-emagrecimento/
Quando você quer perder peso, não deve se concentrar em como você se vê ou no que a balança diz. Essas coisas são importantes para medir o progresso objetivo, é claro, mas não são a medida do seu sucesso, porque não são a principal coisa que você está tentando mudar. Isso é semelhante a usar uma alavanca para mover um objeto pesado. Você pode tentar empurrar o objeto diretamente ou pode usar o poder de alavancagem da alavanca para facilitar muito o movimento.
A mudança de comportamento é a alavanca da perda de peso. Portanto, a medida de sucesso na perda de peso é a mesma de qualquer outra tentativa de mudar seu comportamento: para ter sucesso na perda de peso, você deve se tornar o tipo de pessoa que pesa menos. Se você fizer isso, os resultados virão.
Isso significa que, se durante sua jornada você não perdeu peso, mas viu sinais de mudança de comportamento – seja uma preferência crescente por comer salada, menos resistência a exercícios ou um aumento no controle próprio – você está a caminho de obter resultados visíveis. A mudança de comportamento sempre supera a mudança de peso.
Você acha que as pessoas teriam dificuldades se pudessem perder permanentemente, instantaneamente e visivelmente uma libra de gordura por hora gasta na esteira? Claro que não. Ver essa causa e efeito imediatos seria mais do que suficiente para motivar a maioria das pessoas a perder todo o peso que gostariam de perder em algumas sessões de maratona.
Aqueles que pensam que precisam de resultados para se motivarem a agir têm a abordagem exatamente invertida. Essa perspectiva é o motivo pelo qual existem dietas radicais. Ver 10 libras perdidas em uma semana deve desencadear motivação adicional para continuar. Essa não é uma ideia inherentemente terrível, já que os resultados são de fato motivadores e a motivação é uma coisa boa. No entanto, é uma perda de peso completamente insustentável, e você vai recuperar parte ou toda ela e sofrerá uma perda de motivação quando isso acontecer, colocando você em uma posição pior do que quando começou. A verdadeira fórmula para o sucesso é agir consistentemente. A consistência cria hábitos, traz resultados e motiva você a continuar. Os resultados acontecem no final do processo, não no início. Contanto que você mantenha o processo, você obtém os resultados. É por isso que vamos dominar o processo, que continuamente impulsionará nossos resultados.
Tentativas anteriores de perder peso provavelmente o colocaram como um peão insignificante no campo de batalha. O guru da dieta enviou suas instruções e, se você quiser perder peso, você seguirá a dieta. Independentemente do mérito da dieta, isso tira sua sensação de autonomia e torna provável que você se rebele.
Com mini-hábitos, você estará projetando seu próprio plano de batalha. Estou fornecendo a você as informações, materiais e ideias necessárias para ter sucesso, mas o estilo e o plano de execução exato são totalmente de sua responsabilidade. Você terá opções de diferentes estratégias, todas as quais o colocarão em uma posição de poder, onde você poderá transformar suas escolhas fáceis em hábitos ao longo do tempo (a chave para a vitória) e resultados imediatos agora (a chave para a moral). Vou compartilhar minhas estratégias e recomendações favoritas, mas você se conhece e conhece melhor sua situação de vida, então você tomará as decisões finais.
As pessoas podem se beneficiar de orientação, mas não precisam ser controladas. Ninguém perde peso e mantém isso desistindo do controle sobre suas escolhas. Eventualmente, eles tomarão suas próprias decisões. Com mini-hábitos, você está no controle desde o início, portanto, não há transição a ser feita. Você não perderá seu senso de autogoverno.
Vou explicar de forma mais prática: você decidirá em quais dias você se superará com dieta e exercício e em quais dias você descansará e fará o mínimo necessário. Nada disso prejudica seu progresso, porque você fará isso todos os dias, mesmo nos dias ruins. Isso é completamente adaptável à sua vida e aos seus caprichos, é por isso que os mini-hábitos são o rei da consistência e a estratégia de mudança mais poderosa do mundo.
Um estudo constatou que o melhor preditor de desistência do tratamento para perda de peso eram expectativas altas em relação a um IMC mais baixo. Quanto mais peso eles esperavam perder, mais provável era que perdessem sua meta.
A mente e o corpo de cada pessoa são únicos, e, portanto, a velocidade da perda de peso vai variar. A maioria dos livros sobre perda de peso tenta convencê-lo da velocidade do método deles, aproveitando-se da desesperança das pessoas para “finalmente perder o peso”. Se um método não considera a mudança permanente de comportamento, ele sempre o levará de volta ao ponto de partida, além do custo do livro e da oportunidade de ter feito uma mudança real nesse tempo.
Este é um dos conceitos mais importantes para aprender, não apenas para a perda de peso, mas para qualquer objetivo que você deseje alcançar. Muitas pessoas, quando estabelecem um objetivo, fazem com que sua estratégia seja a mesma que seu objetivo final. Por exemplo, uma pessoa que deseja parar de beber refrigerante pode fazer de sua estratégia “parar de beber refrigerante”. Elas assumem que é o melhor caminho porque é a estratégia mais óbvia e visível, mas existem outras estratégias!
Cada estratégia que você escolher deve ser cuidadosamente elaborada. Se a melhor estratégia para você coincidir com seu objetivo final, então que assim seja. Em minha experiência, a melhor estratégia raramente é a mais óbvia, porque existem alguns aspectos contraintuitivos na mudança de comportamento. A futilidade da resistência direta é um ótimo exemplo de o caminho óbvio ser o inferior.
Para mostrar o que quero dizer, aqui estão oito (!) estratégias que você pode usar individualmente ou em combinação para parar de beber refrigerante. O tipo de estratégia está entre parênteses.
Isso não é suave? Existem pelo menos oito abordagens para parar de beber refrigerante. Você não está preso a tentar e falhar sempre com a mesma estratégia. Em teoria, qualquer uma delas pode funcionar. Na prática, algumas funcionarão melhor e outras dependerão da pessoa.
Já que sua estratégia – e não seu desejo – determina seu sucesso ou fracasso, vale a pena gastar tempo pensando sobre isso. Eu fiz isso com as estratégias que vou recomendar neste livro, mas não pense que minhas ideias são definitivamente a estratégia perfeita para você.
Uma das coisas mais difíceis sobre a perda de peso é a sensação comum de que você precisa abrir mão de tudo. Você sente que precisa assistir menos TV. Você sente que precisa cortar todos os seus alimentos junk favoritos. Parece chato, sem graça e difícil.
E se, em vez de tentar reduzir todos os alimentos lanches que você come, você simplesmente se obrigasse a comer mais alimentos saudáveis? Quanto mais alimentos saudáveis você comer, mais confortável ficará em comê-los. O problema não é tanto as pessoas comerem alimentos não saudáveis; é que elas são treinadas para isso. Eu como alimentos não saudáveis de vez em quando, mas meu apetite por eles é limitado porque pratiquei comer alimentos saudáveis muito e agora prefiro isso. Costumava comer fast food quase todos os dias, o que só me fazia querer comer mais. Cada escolha que você faz estabelece um precedente para a próxima vez que estiver naquela situação.
Fazer dieta é privação, então é bom que não estejamos fazendo dieta. A perda de peso bem-sucedida envolve mais adicionar coisas novas e melhores à sua vida do que tirar coisas.
Quando as pessoas fazem dieta, elas “temem” certos alimentos que não fazem parte de sua dieta, seja pão, alimentos processados ou carne. Elas temem que serão tentadas e os comerão. Quando você teme algo, está admitindo que é mais poderoso do que você de alguma forma. Não temos medo de borboletas, porque sabemos que elas não podem e não nos prejudicarão.
Usar o medo como motivação parece poderoso, mas coloca você em uma posição de fraqueza. Também cria uma mentalidade de tudo ou nada. Então, se você teme rosquinhas (mas realmente gosta delas), você as evitará o máximo possível até que sua força de vontade se quebre e você volte a comer rosquinhas. Quanto mais você passa por esse processo, mais reforçará o medo de que não pode resistir a alimentos tentadores.
As consequências do medo, de tudo ou nada, prejudicam sua autoeficácia quando as coisas não vão bem. Não tema comer rosquinhas. Elabore estrategicamente e calmamente maneiras de comer menos delas (abordaremos isso no capítulo das Estratégias Situacionais). É muito mais fácil abandonar algo com uma estratégia do que com emoção.
O amanhã não existe. Hoje é tudo o que sempre teremos. Todos nós sabemos disso, e é bom ser lembrado disso. Mas há uma lição prática aqui que é fácil de perder, e é inverter sua inclinação. Em vez de pensar “vou tomar refrigerante agora e beber água amanhã”, pense “vou beber água agora e tomar um refrigerante amanhã”. Isso é completamente aceitável, mesmo se você realmente tomar um refrigerante no dia seguinte.
É satisfatório investir em si mesmo, sabendo que há uma recompensa esperando por você mais tarde. A antecipação de uma recompensa às vezes é melhor do que a própria recompensa. Ao adiar o prazer, você aumenta o tempo e a intensidade das recompensas antecipatórias e acaba fazendo a coisa saudável mais do que o planejado. Isso funciona tão bem para alimentos saudáveis quanto para alimentos não saudáveis. Os seres humanos são bons em procrastinar, e é assim que se faz de maneira saudável.
A gratificação adiada é dizer: “Eu sei que posso ter isso agora, mas vou esperar para aproveitar mais tarde”. Comer em excesso (geralmente alimentos ultraprocessados) concentra todas as recompensas que você pode suportar agora (literalmente). Essa é realmente uma estratégia inferior para maximizar seu prazer, por causa da lei da utilidade marginal.
Aprendi pela primeira vez sobre a lei da utilidade marginal na aula de Economia, e meu professor explicou bem com um exemplo simples: “Você vai aproveitar mais sua primeira fatia de pizza do que a segunda, e a segunda mais do que a quinta.” Você provavelmente já notou esse fenômeno, não apenas na comida, mas em todos os aspectos da vida. Se você realmente quiser maximizar suas recompensas alimentares, é melhor não empurrar os limites da sua saciedade. Quando você come além da saciedade, a única recompensa que você ganha é o sabor da comida. Pode ser desagradável ou até doloroso digerir alimentos quando você já está satisfeito. Eu poderia entrar em detalhes como gases e inchaço, mas vamos pular essa parte.
Estou pedindo a você que coma de forma mais inteligente e aproveite sua comida de uma maneira diferente, sem sofrer pela perda de peso. A mesma sugestão (não comer em excesso) muitas vezes é apresentada de uma maneira que faz você se sentir privado ao fazê-la, como se fosse um sacrifício que você deve fazer para perder peso.
Os seres humanos precisam de recompensas, e vamos consegui-las da maneira que pudermos. Para o sucesso duradouro, devemos buscar viver um estilo de vida recompensador que resulte em perda de peso. À medida que você fica melhor em adiar a gratificação, tomará mais decisões corretas agora e se sentirá recompensado por isso. Depois, a gratificação adicional virá na forma dos prazeres que você adiou e de um corpo mais saudável e atraente.
Não transforme isso em uma regra rígida: apenas tente inclinar-se para adiar o prazer e fazer a coisa mais saudável hoje. Há uma linha tênue entre a resistência direta e inclinar-se para a gratificação adiada, mas é absolutamente crucial estar do lado certo dela. Você saberá de que lado está com base na quantidade de resistência que sente. Se sentir muita resistência, é porque está resistindo demais. Relaxe. Reduza as apostas.
Um dos aspectos mais difíceis da perda de peso é o peso do passado. Se você esteve acima do peso por um tempo, pode se sentir envergonhado em relação ao seu estilo de vida ou ao seu peso. Convido você a abandonar esse fardo. Você não merece nem precisa dele. Isso não lhe beneficia e, na verdade, é ilógico deixar que isso influencie você.
Considere que este momento em diante é inédito e, portanto, é objetivamente neutro. Você pode viver de várias maneiras diferentes a partir daqui, é por isso que se deter no passado não é apenas uma perda de tempo, mas também um obstáculo ao progresso futuro.
Fundos mútuos costumam incluir o aviso de que “resultados passados não garantem o desempenho futuro”. O mesmo vale para nossas vidas, quer tenhamos tido resultados excelentes ou pobres no passado. Para aqueles que têm um passado cheio de arrependimentos e escolhas ruins, isso é liberdade. Para aqueles que têm se saído bem, é um lembrete para continuar. Você não pode mudar o passado, então não se preocupe com ele.
Um dos maiores erros que quase todas as pessoas cometem ao tentar perder peso é em relação à perspectiva do que estão fazendo. Se você vai experimentar mini-hábitos para perda de peso, fará as coisas de maneira diferente, e você vai adorar a mudança! Por quê?
Você não está sendo punido. Você não está “fazendo sacrifícios” para perder peso. Essas são perspectivas de perdedores. O que os melhores atletas fazem? Treinam. O que os melhores escritores fazem? Escrevem. O que qualquer pessoa bem-sucedida faz para chegar onde está? Pratica sua arte até ter sucesso.
Assim como algumas pessoas nascem com genes atléticos e outras aprendem a jogar golfe desde cedo, alguns de nós são geneticamente agraciados com magreza (independentemente do estilo de vida) ou aprendemos a gerenciar nosso peso. Muitos outros foram inseridos no “Programa de Estilo de Vida Ocidental”, um sistema de ganho de peso que funciona extremamente bem. Você vai reeducar seu cérebro e seu corpo para serem mais saudáveis e leves.
Se você não gosta do seu peso atual, mas gosta do seu estilo de vida atual, você tem uma escolha a fazer, porque seu estilo de vida é o seu peso.
Estilo de vida e peso são inseparáveis. Eles estão permanentemente ligados. No entanto, o estilo de vida não é tudo ou nada. Só porque você passou a se alimentar bem de forma geral e se manter ativo não significa que você não possa comer trufas de chocolate, beber socialmente ou assistir a uma série de TV de uma só vez. Qualquer pessoa que diga que essas coisas são “proibidas para perda de peso” está errada em vários aspectos.
O estilo de vida saudável é extremamente prazeroso, e não estou falando dos benefícios para a saúde ou peso. Para mostrar o que quero dizer, aqui está um exemplo de uma cadeia positiva de um estilo de vida saudável: uma melhor nutrição leva a um sono melhor, o que leva a menos desejos, o que leva a hábitos alimentares melhores, tudo isso leva a mais energia, o que leva a um estilo de vida mais ativo, o que leva a um desempenho físico e mental aprimorado, o que leva a mais confiança e sucesso, o que leva a mais dinheiro, o que leva a um Ferrari. Uma melhor nutrição leva a um Ferrari? Isso é improvável. Mesmo assim, o efeito encadeado de uma vida saudável é poderoso de maneiras surpreendentes. Você pode não ganhar um Ferrari comendo mirtilos, mas notará algumas mudanças tangenciais inesperadas ao viver de forma mais saudável.
Os atletas têm algumas das dietas e programas de treinamento mais rigorosos, e muitos deles aproveitam cada minuto disso. As pessoas ficam viciadas em ir à academia. As pessoas desejam saladas. Isso não é impossível para ninguém, é apenas algo estranho para a maioria.
Qual é a primeira coisa que uma pessoa pensa quando tenta perder peso? “Eu não posso comer junk food. Eu tenho que comer mais vegetais.” Parece correto e inocente o suficiente, mas essa é uma forma terrível de pensar sobre a perda de peso. Primeiro, observe a perda de controle na linguagem. Eu não posso, eu tenho que. Essas são frases que usamos quando não temos escolha; são frases que usamos quando nossos pais nos dizem que não podemos passar a noite na casa de um amigo.
A criança não está no controle da sua situação. O adulto está.
Considere que “não posso” é mais um apelo à autoridade do que uma decisão pessoal de mudança. Como no caso da criança, ela quer dormir na casa do amigo, mas não pode porque seus pais disseram isso. Quando um adulto tenta essa estratégia de “não posso” com a dieta e percebe que ainda é o tomador de decisões, é muito fácil quebrar essa regra.
Há também ciência por trás disso. Vanessa Patrick e Henrik Hagtvedt reuniram 120 estudantes e pediram a eles para quantificar seu desejo por uma alimentação saudável (em uma escala de 1 a 9). Alguns estudantes foram instruídos a usar “Eu não como X” e outros “Eu não posso comer X” para combater a tentação de comer lanches não saudáveis.
Depois disso, os participantes foram conduzidos a um estudo que eles achavam ser não relacionado e, uma vez que entregaram o questionário desse estudo, foi oferecido a eles uma barra de chocolate ou uma barra de granola “saudável”. Uma fruta seria uma opção melhor como lanche saudável, mas, independentemente disso, os resultados do estudo foram bastante interessantes.
Eles observaram que 64% do grupo que usou “Eu não” escolheu as barras de granola e o restante escolheu as barras de chocolate. Apenas 39% do grupo que usou “Eu não posso” escolheu as barras de granola.
A razão pela qual “não” funciona muito melhor do que “não posso” é porque é baseado na identidade, em vez de ser uma tentativa superficial de controlar seu comportamento. Nas palavras dos condutores do estudo: “Já que o quadro ‘não’ sugere uma postura estável e inalterável que invoca o eu (‘isso é quem eu sou’), ele é mais eficaz quando o foco do objetivo é interno e relacionado ao eu (‘Eu não como fast food’).”
A lição a ser aprendida: decisões baseadas na identidade EMPODERAM seus objetivos internos de longo prazo (como os relacionados à perda de peso); seguir regras infundadas de natureza “não posso” ENFRAQUECE você e ativa seu lado rebelde.
Se você decidir não comer bolo e alguém insistir para que você coma ou perguntar por que você não quer, por favor, não diga que está de dieta. Não diga que “não pode comer”. Isso faz você parecer e se sentir privado. Em vez disso, diga que você não quer. Isso faz você parecer e se sentir poderoso. Vê a diferença?
Por mais surpreendente que pareça, está perfeitamente bem recusar alimentos não saudáveis porque você não os quer, em vez de dizer que está “cuidando do seu peso”. A sociedade nos pressiona muito para sucumbirmos aos alimentos processados, mas eles não são tão atraentes quando consideramos os ingredientes e o efeito que têm em nosso corpo. Talvez você ainda não veja os alimentos processados dessa maneira, mas quando você se treinar para apreciar alimentos reais com mini hábitos, você se sentirá e parecerá melhor, e suas preferências mudarão. A pessoa que come alimentos de baixa qualidade não percebe o quão bem se sentiria comendo alimentos saudáveis.
Isso não significa que você nunca mais vai comer batatas fritas. Eu sou o cara estranho que oferece cenouras para meus amigos como petiscos e frutas frescas como sobremesa quando eles vêm aqui. Eu ainda consumo coisas como batatas fritas, hambúrgueres, vinho, cerveja e pizza. Raramente, eu até bebo refrigerante, mesmo que eu odeie o que isso faz para a saúde humana. Nada, exceto adoçantes artificiais e gorduras trans, está completamente fora dos limites para mim. Eu não tenho regras dizendo o que posso ou não posso comer. Eu não como alimentos não saudáveis com frequência porque mudei minha identidade. Você também pode fazer isso.
Quando você transforma a comida em uma batalha moral, você se enfraquece. Comer certos tipos de alimentos não faz de você uma pessoa boa ou má. Não o torna inferior ou superior a qualquer outra pessoa. Comemos para sobreviver. Alguns alimentos são mais nutritivos do que outros, mas todos (na maioria das vezes) nos mantêm vivos. Você sabia que há uma mulher que come apenas pizza há muitos anos?
Eu mantenho uma dieta muito saudável em comparação com a maioria das pessoas, mas isso não me torna melhor nem pior do que ninguém. Isso não me torna melhor do que eu era quando comia fast food o tempo todo na faculdade. Agora tenho mais energia e minha dieta melhorou minha saúde, mas nosso valor como pessoas não tem nada a ver com o que comemos.
Você sabe como as pessoas costumam dizer: “Ah, estou tão mal” antes de comer um bolo de chocolate inteiro? Isso transforma a comida em uma batalha moral. Está dizendo que você está fazendo algo errado. Consegue adivinhar quais emoções isso gera? Culpa e vergonha.
As escolhas alimentares não são boas ou ruins. Elas são benéficas ou prejudiciais para a sua saúde, bem-estar e objetivo de perda de peso. Quando você come um donut, não precisa sentir como se tivesse traído seu melhor amigo. Não precisa se sentir uma pessoa má. Em vez disso, esteja ciente de que você escolheu comer por entretenimento em vez de alimentação. Esteja ciente de que você provavelmente adicionou um pouco de gordura à sua barriga. Não há nada de errado com isso, mas há consequências.
Você já parou para pensar por que é mais provável que você exagere em batatas fritas do que em brócolis? Você pode pensar que é porque as batatas fritas são mais saborosas e mais fáceis de consumir em grandes quantidades, e isso pode ser verdade em certa medida, mas há outra razão mais perigosa.
As pessoas têm menos probabilidade de comer quantidades significativas de alimentos saudáveis por causa de sua mentalidade. As batatas fritas são conhecidas por serem um alimento que causa ganho de peso, pois são ricas em carboidratos, gordura, calorias e não são muito saciantes. Então, quando uma pessoa começa a comer batatas fritas, ela vê isso como uma “escolha ruim”. Como tendemos a desejar a congruência, e comer demais batatas fritas é uma combinação de dois erros na perda de peso (comer um alimento que causa ganho de peso e comer em excesso), é mentalmente satisfatório, embora decepcionante depois, agir de acordo com o “rótulo ruim”. Provavelmente todos nós já pensamos: “Bem, já que cometi esse erro, vou terminar de cometer”.
Quando comemos brócolis, temos consciência de que estamos fazendo algo bom para nosso corpo, e comer uma quantidade excessiva de comida pareceria “ir contra” nossa boa decisão. Como estamos sendo “bons” naquele momento, não queremos comer demais e prejudicar nossa boa ação. Mas é quase impossível comer demais alimentos saudáveis e não é aconselhável limitá-los artificialmente. Se você limitar artificialmente a quantidade de brócolis que pode comer agora, você vai comer mais de outra coisa depois. Isso não significa que você PRECISA comer muitos brócolis. É para mostrar por que você não precisa temer comer demais alimentos saudáveis.
Uma das razões pelas quais os alimentos reais proporcionam saciedade antes dos alimentos ultraprocessados é devido a um conceito chamado saciedade específica sensorial. A saciedade específica sensorial é o termo usado para descrever a perda do desejo por um alimento específico após consumir uma certa quantidade dele. No meu caso, o nógado de ovo e o fudge de chocolate ativam minha saciedade específica sensorial muito rapidamente. Eles têm um sabor delicioso, mas são tão fortes e “marcantes” que não consigo consumir em excesso.
Os cientistas de alimentos conhecem esse fenômeno e encontraram uma maneira de contorná-lo. Se um alimento ou bebida tiver sabores sutis e diferentes, podemos consumir mais dele. Você sabia que os sabores de refrigerantes são projetados para serem agradáveis, mas não muito fortes, para evitar ativar sua saciedade específica sensorial e fazer com que você beba mais? É verdade.
Quando você estiver perto de alimentos saudáveis, coma o quanto quiser. Pode parecer estranho misturar porções grandes com escolhas saudáveis de alimentos, porque o senso comum diz para comer menos, mas comer demais raramente é um problema com frutas e vegetais. O estudo de 24 anos com mais de 100.000 participantes mencionado anteriormente descobriu que a maior perda de peso estava associada por porção de fruta, o que significa que porções adicionais de frutas resultavam em mais perda de peso. Eu costumo exagerar em frutas congeladas (geralmente mangas e mirtilos) cobertas com canela para a sobremesa, e geralmente isso corresponde apenas a cerca de 200 a 300 calorias antes de eu ficar completamente satisfeito.
Um estudo com mulheres negras obesas descobriu que elas obtiveram melhores resultados de perda de peso quando buscavam manter o peso em vez de perder peso. Tentar “perder peso” faz você pensar que precisa fazer mais do que realmente precisa. Isso sugere que você está “atrasado” e precisa fazer algo extra, o que não é verdade. Isso leva à mentalidade de escassez e sugere que você coma menos (ambos são perspectivas que levam ao ganho de peso). Tentar não ganhar peso corretamente coloca seu foco em coisas como o tipo de alimento que você está comendo e não se empanturrar (em vez de buscar um déficit).
Aqui estão algumas dicas e informações importantes com base no texto fornecido:
Lembre-se de que essas dicas são baseadas no texto fornecido e podem ser complementadas por outras informações e abordagens para alcançar seus objetivos de perda de peso de forma saudável.
Ao pensar e agir de maneira consciente sobre a perda de peso, podemos mudar nosso comportamento e alcançar resultados duradouros. A mudança de foco para a mudança de comportamento, o controle pessoal e a estratégia adequada são fundamentais para o sucesso na perda de peso.
Em criação, aguarde.
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O exercício e uma alimentação saudável são o Caminho Mais Difícil. O exercício melhora quase todos os processos internos do corpo, tornando-os mais eficientes: melhora a função da insulina para energizar melhor as células, aumenta o fluxo sanguíneo para distribuir nutrientes com mais facilidade e otimiza os níveis hormonais. Alimentação saudável fornece micronutrientes e compostos únicos que melhoram a função dos órgãos e reduzem a inflamação.
Além dos “benefícios concretos” de um estilo de vida saudável, você também se tornará mais forte ao escolher o Caminho Mais Difícil. Se você subir uma montanha todos os dias, subir uma escada se torna fácil. Mas se você passar o dia todo sentado no carro, subir uma escada pode ser exaustivo. É benéfico para nós escolher o caminho mais difícil, pois isso facilita tudo o mais. Nós, humanos, somos inteligentes e reconhecemos isso, mas muitas pessoas não consideram as limitações da força de vontade e a preferência avassaladora pelo caminho fácil. Muitas vezes cedemos ao caminho fácil, mesmo quando tentamos seguir o caminho mais difícil e benéfico. O Caminho Mais Difícil só é benéfico se realmente o seguirmos! Mas como podemos segui-lo consistentemente?
A maioria dos livros dirá para “apertar os dentes e fazer isso”, ou pior, dirão que você precisa “desejar isso mais”. Basicamente, eles dirão para você se esforçar ao máximo para atingir seu objetivo. Faça o que for preciso para seguir o Caminho Mais Difícil, comer vegetais e ir à academia. Se você fracassar, a culpa é sua. Que absurdo. A estratégia mais inteligente harmoniza nossa preferência natural (o caminho fácil) com nosso poder de escolha único.
Se você precisa seguir o Caminho Mais Difícil, mas prefere o caminho fácil, é preciso tornar o caminho mais difícil mais fácil e o caminho fácil mais difícil. Você entende agora por que os mini hábitos são uma estratégia poderosa? Os mini hábitos tornam fácil seguir os caminhos mais difíceis (e benéficos) da vida.
Fazer 30 minutos de exercícios de intensidade moderada em uma bicicleta ergométrica requer um certo esforço, e você não pode mudar isso. No entanto, você pode mudar a probabilidade de subir na bicicleta por meio de estratégia, o que pode mudar sua perspectiva e, por consequência, a percepção da dificuldade da tarefa.
Imagine que Jim e Sam são pessoas com habilidades iguais que tentam o mesmo desafio. Suas habilidades e a dificuldade da tarefa são objetivamente idênticas, mas Sam acha o desafio divertido e Jim acha o desafio entediante. Quem você acha que encontrará o desafio mais fácil? Sam, porque ele acha divertido. Sua perspectiva é poderosa o suficiente para tornar uma tarefa difícil fácil ou uma tarefa fácil difícil.
Um mini hábito, na prática, muda sua relação com um comportamento ao longo do tempo, criando uma nova expectativa. Praticar piano naturalmente é mais difícil do que assistir televisão, então um mini hábito torna comparativamente fácil, pedindo para você tocar uma música por dia, ou mesmo apenas sentar-se ao piano e abrir seu livro de partituras. Fazer exercícios é mais difícil do que ler o jornal, então um mini hábito torna comparativamente fácil, pedindo para você fazer apenas uma flexão de braço (e mais, apenas se você quiser). Comer brócolis é mais difícil do que comer bolo, então um mini hábito torna comparativamente fácil, pedindo para você comer um pedaço de brócolis.
Ao tornar o Caminho Mais Difícil mais fácil de seguir, você destrói a base do que sustenta comportamentos pouco saudáveis e mantém o comportamento saudável como um sonho para “um dia”. Comportamentos pouco saudáveis são comuns não apenas porque são fáceis, mas porque as sociedades os tornam fáceis. Comportamentos saudáveis na verdade não são muito mais desafiadores do que comportamentos pouco saudáveis, mas se tornam quando são apresentados dessa forma.
Por que uma pessoa se senta para assistir a um vídeo de um minuto no YouTube sem pensar, mas não faz exercícios no lugar por um minuto porque “não é um treino completo”? Sentar-se por um minuto está tudo bem, mas não é bom o suficiente fazer exercícios pelo mesmo período de tempo? É por isso que as pessoas passam oito horas por dia sentadas e se exercitam muito pouco. Por que comer salada é uma decisão dietética especial, enquanto comer um hambúrguer é normal? Isso precisa ser invertido! Os comportamentos raros e especiais que colocamos em um pedestal são os menos propensos a impactar nossas vidas. Seus mini hábitos transformarão esses “comportamentos saudáveis especiais” em comportamentos normais que têm a chance de se tornarem hábitos e mudar sua vida.
Essa é a estrutura de pensamento por trás da estratégia dos mini hábitos. Você estabelecerá mini hábitos diários fáceis de serem realizados para formar hábitos em áreas de alto impacto. Como estamos focados na perda de peso, o que envolve muitas escolhas não habituais, você também aprenderá a transformar escolhas não habituais saudáveis em escolhas fáceis e casuais.
Ninguém culpa um corredor por correr em linha reta em direção à linha de chegada, porque esse é o caminho mais rápido e fácil para percorrer a distância. Ninguém repreende um jogador de basquete por enterrar a bola, quando ele poderia recuar e tentar um arremesso mais difícil. O caminho fácil é sempre mais inteligente, exceto quando há consequências derivadas (como ganhar peso) ou quando o Caminho Mais Difícil tem benefícios derivados que vale a pena buscar (como levantar pesos para ficar mais forte).
Sentar o dia todo é mais fácil do que ficar de pé, mas está associado à mortalidade e à desaceleração metabólica. Comer fast food é fácil, mas está associado à inflamação e ao ganho de peso. Tornar o sucesso mais fácil do que o fracasso não é um insulto ao ego; não é um sinal de fraqueza, e não é menos impressionante do que “o Caminho Mais Difícil”. É apenas mais inteligente.
Escolher o caminho mais difícil, que envolve exercícios regulares e uma alimentação saudável, traz uma série de benefícios para a saúde e o bem-estar. No entanto, muitas vezes nos deparamos com dificuldades em seguir esse caminho, cedendo às tentações do caminho fácil. Os mini hábitos são uma estratégia eficaz para facilitar a adoção de comportamentos saudáveis, transformando tarefas desafiadoras em metas diárias mais fáceis de alcançar. Ao mudar nossa perspectiva e percepção da dificuldade, podemos tornar o caminho mais difícil mais acessível e sustentável, garantindo mudanças positivas em nossas vidas.
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Alimentos e movimento são os dois principais fatores associados à discussão sobre perda de peso, mas alguns outros fatores também merecem consideração. Esses fatores podem afetar diretamente ou indiretamente o peso, alterando nossa forma de nos mover e comer.
Um estudo com dez pessoas descobriu que a falta de sono sabotou a perda de peso. Ele retardou a perda de gordura em 55%, aumentou a perda de não gordura em 60% e alterou os hormônios para favorecer o aumento da fome e a diminuição da oxidação de gordura. Isso ocorreu devido a 5,5 horas de sono em comparação com 8,5 horas de sono.116 Este estudo foi interessante porque eles testaram cada pessoa duas vezes durante duas semanas, com 5,5 horas de sono e depois durante duas semanas com 8,5 horas de sono. Essas diferenças foram observadas nas mesmas pessoas e, como controlaram a ingestão calórica dos participantes, as diferenças foram minimizadas. Quando as pessoas dormiam menos, sentiam mais fome, o que as tornava suscetíveis a comer demais. Com a mesma ingestão de energia, a perda de gordura foi prejudicada em menos sono.
Um estudo maior com 1.024 pessoas descobriu que o sono mais curto resultou em níveis mais baixos de leptina, maior quantidade de grelina (o hormônio da fome) e aumento do índice de massa corporal. Abaixo das oito horas de sono, “o aumento do IMC era proporcional à diminuição do sono”.
Para apoiar os resultados desses estudos, qual tem sido a sua experiência? Você percebeu que tende a comer mais quando está privado de sono? Eu percebo isso. Lembro-me de alguns dias de privação de sono em que meu estômago parecia um poço sem fundo de fome.
Considerando que a chave para uma mudança duradoura é tornar o sucesso mais fácil do que o fracasso, não dormir o suficiente é uma séria dificuldade para a perda de peso. Isso coloca você em uma desvantagem biológica severa em comparação com dormir o suficiente (consenso de 7-9 horas).
O cortisol é o hormônio liberado quando estamos estressados, e seu excesso faz o corpo armazenar gordura na região abdominal. Isso não é o que queremos, então a resposta é reduzir o estresse. Isso é mais fácil falar do que fazer, mas também é mais fácil de fazer do que se pode pensar. Se você se esforçar ativamente para reduzir o estresse em sua vida, pode ter sucesso, mas muito poucas pessoas planejam maneiras de relaxar. Algumas das minhas maneiras favoritas de relaxar são meditação, massagens, jogar basquete e usar tanques de privação sensorial.
“Através de três estudos, tanto em laboratórios quanto em ambientes reais, descobrimos que descrever uma atividade física como divertida (em vez de exercício) influenciava o comportamento subsequente dos participantes. Especificamente, descobrimos que rotular uma atividade física como divertida reduzia a quantidade de calorias consumidas em acompanhamentos durante uma refeição (estudo 1), a quantidade de alimentos hedônicos servidos (estudo 2) e a percepção de diversão durante uma corrida influenciava positivamente a escolha de um lanche saudável (estudo 3).”119 Se você perceber sua jornada de perda de peso como um “trabalho”, estará perdendo as vantagens de uma perspectiva divertida.
É melhor mudar sua dieta e exercício ao mesmo tempo, pois dieta e exercício podem formar um ciclo virtuoso juntos. Um estudo com 200 pessoas descobriu que a mudança simultânea de dieta e exercício melhorou a adesão em comparação com começar por um e adicionar o outro posteriormente.120
A saúde intestinal é um campo crescente da ciência, incluindo como ela se relaciona com a perda de peso. Os cientistas encontraram diferenças nas bactérias intestinais de pessoas com sobrepeso (e ratos) em comparação com aqueles com peso saudável. Alimentos fermentados (como iogurte, chucrute, kefir, kimchi, kombucha) são saudáveis porque repovoam o estômago com bactérias benéficas.
Embora esses fatores secundários possam não parecer importantes, eles podem fazer uma grande diferença, então tenha-os em mente.
Os mini hábitos melhoram diretamente três desses fatores ocultos. Primeiro, eles são divertidos. São mais divertidos do que qualquer outro plano de perda de peso que você já tentou antes. Essa estratégia não proíbe você de comer nenhum alimento; ela se baseia em positividade e sucesso diário, e oferece resultados excepcionais em comparação com a facilidade das ações. Comparados às dietas, os mini hábitos são como um parque temático.
Os mini hábitos também permitem que você mude seus hábitos alimentares e de exercícios simultaneamente sem se esgotar. Com métodos tradicionais de mudança, até duas mudanças sinérgicas como essas são extremamente difíceis de sustentar. Como você pode manter vários mini hábitos ao mesmo tempo, poderá progredir nessas duas áreas simultaneamente e se beneficiar de sua sinergia.
Por fim, os mini hábitos podem diminuir seus níveis de estresse. Quando você exige menos de si mesmo e ainda obtém resultados, a vida parece mais fácil e relaxada. Isso pode melhorar seu sono.
Embora os alimentos e o movimento sejam aspectos fundamentais para a perda de peso, outros fatores ocultos não devem ser negligenciados. Estudos mostram que o sono inadequado pode prejudicar a perda de gordura, enquanto altos níveis de estresse podem levar ao acúmulo de gordura abdominal. A perspectiva de diversão em relação à atividade física pode influenciar positivamente o comportamento alimentar, e a mudança simultânea de dieta e exercício pode potencializar os resultados. Além disso, a saúde intestinal desempenha um papel crescente na perda de peso, e os mini hábitos surgem como uma estratégia eficaz para abordar esses fatores ocultos. Ao considerar esses aspectos e implementar mudanças positivas em todas essas áreas, é possível obter sucesso na jornada de perda de peso de forma mais fácil, prazerosa e duradoura. Portanto, não subestime a importância desses fatores ocultos e leve-os em conta ao buscar uma vida mais saudável e equilibrada.
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Falamos muito sobre alimentação, mas e quanto ao exercício físico? Será que ele realmente nos ajuda a perder peso? Os livros que afirmam que o exercício não é necessário para a perda de peso cometem quatro erros.
O efeito da perda de peso através do exercício tornou-se ironicamente um ponto em debate. Estudos de curto prazo mostram que a maioria das dietas funciona e que o exercício não ajuda na perda de peso, mas estudos de longo prazo mostram que a maioria das dietas não funciona e que o exercício é um dos principais fatores para uma perda de peso bem-sucedida e duradoura.
Então, temos uma escolha: enfatizamos os estudos de curto prazo ou os estudos de longo prazo?
Estudos de longo prazo mostram mudanças reais e duradouras. Estudos de curto prazo podem mostrar que a “Dieta das Balas de Goma” é o método mais eficaz de perda de peso.
Um revisor afirmou ter perdido quatro quilos em apenas um dia. Isso é um resultado! Se você basear suas conclusões em estudos de curto prazo de um ano ou menos, você vai favorecer estratégias de curto prazo que quase sempre falham a longo prazo.
Por que alguém fica surpreso quando um plano de perda de peso de 10 dias não traz resultados duradouros?
São apenas 10 dias! Assim como um submarino não foi projetado para voar, ele não foi projetado para isso.
Estudos de curto prazo mostram que o exercício é um método ineficaz de perda de peso. Isso é parcialmente verdadeiro, no sentido de que a quantidade de calorias que você queima ao se exercitar terá, no máximo, um impacto leve em seu peso no futuro próximo.
Além disso, quando você se exercita, geralmente aumenta o apetite, o que leva a comer mais alimentos, tornando o déficit calórico total menos significativo do que se pensava. Mas, novamente, isso é uma visão limitada que considera apenas as calorias. Há mais em jogo aqui, e a ciência mostra isso.
Uma meta-análise constatou que “a perda de peso é semelhante a curto prazo para dietas apenas e programas combinados de gerenciamento de peso comportamental, mas a perda de peso é maior a longo prazo quando dieta e atividade física são combinadas”.
O Registro Nacional de Controle de Peso estuda pessoas que alcançaram uma perda de peso duradoura. Eles afirmam que membros que perdem peso e o mantêm por anos “fazem, em média, cerca de 1 hora de exercícios por dia”. Vamos olhar a longo prazo.
Um estudo de 20 anos constatou que o exercício estava associado a um menor ganho de peso e uma cintura menor em homens e (especialmente) mulheres.
Como o exercício especificamente melhora a perda de peso a longo prazo não é totalmente compreendido, mas foi comprovado que ajuda. Um bom palpite?
A obesidade é basicamente um desequilíbrio do corpo, e o exercício melhora quase todas as funções corporais, então pode ajudar a equilibrar a forma como o corpo absorve e utiliza energia (metabolismo).
Há algumas evidências de que o exercício ajuda na perda de peso ao otimizar os hormônios do corpo.
Estudos descobriram que o exercício regular está associado a uma menor resistência à insulina e a uma maior sensibilidade à insulina nas pessoas (ambas são características metabólicas positivas para a saúde e o peso).
Mesmo que você não esteja perdendo peso durante o exercício, ainda pode estar perdendo gordura. Os resultados de quatro estudos não randomizados ou controlados mostram que o exercício, com ou sem perda de peso, está associado à redução da gordura visceral e subcutânea.
Isso é fundamental, porque a redução de gordura é o objetivo real, e se você permanecer com o mesmo peso, mas trocar gordura por aumento de massa muscular, você vai parecer e se sentir melhor.
O exercício não se trata de “queimar calorias”. Trata-se dos benefícios metabólicos, anti-inflamatórios e circulatórios. Quando você o vê dessa forma, citações como essa de um estudo não te assustarão mais: Para a surpresa, descobriu-se que o exercício tem pouco ou nenhum efeito na oxidação de gordura durante 24 horas.
O exercício é uma escolha saudável de estilo de vida, não um milagre de perda de peso a curto prazo. Ao se exercitar, você verá resultados de perda de peso a longo prazo, além de inúmeros benefícios para a saúde.
Se você atualmente não pratica exercícios, provavelmente significa que você não gosta de fazer isso. Estou ciente disso e está tudo bem, porque mini-hábitos podem mudar essa preferência.
Uma flexão por dia mudou o meu eu preguiçoso de resistir ao exercício para gostar dele e fazê-lo várias vezes por semana. Qualquer um pode fazer isso. O exercício não é um sacrifício que você faz para perder peso; é uma das partes mais prazerosas da vida que muitas pessoas não conseguiram aproveitar. Quando você está fora de forma, não é muito divertido e parece desconfortável se exercitar, mas uma vez que você começa a experimentar os benefícios e a ficar mais forte, você fica viciado. Com este livro, você tem a melhor estratégia para chegar a esse ponto.
O exercício físico desempenha um papel fundamental na perda de peso eficaz e duradoura, além de oferecer inúmeros benefícios para a saúde.
Embora os estudos de curto prazo possam sugerir que o exercício não seja tão eficiente na perda de peso imediata, as evidências de estudos de longo prazo mostram que a combinação de dieta e atividade física é a estratégia mais eficaz para alcançar resultados duradouros.
Além disso, o exercício não se resume apenas à queima de calorias, mas também melhora o metabolismo, reduz a gordura corporal e otimiza os hormônios do corpo.
Portanto, encorajamos a adoção de uma abordagem equilibrada, que inclua tanto a alimentação saudável quanto a prática regular de exercícios físicos.
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A (in)salubridade dos alimentos está quase completamente baseada em seu grau de processamento. De maneira geral, quanto mais processado um alimento é, mais calorias ele contém, menos valor nutricional oferece e menos saciedade proporciona por caloria. Existem nuances sobre quais alimentos não processados são os melhores para a perda de peso, mas o seu progresso não será determinado pelo consumo de pêssegos em vez de uvas. Ele será determinado pela quantidade de alimentos reais que você consome em comparação com a quantidade de alimentos processados. Alimentos processados levam ao ganho de peso. Alimentos minimamente processados auxiliam significativamente na perda de peso se você estiver acima do peso, ou podem manter o seu peso saudável se você não estiver acima do peso.
Uma folha de planta contém compostos como a clorofila e antioxidantes que a mantêm saudável e viva. Quando você come a planta, esses compostos vivos ainda estão ativos e terão efeitos semelhantes de promoção da vida dentro do seu corpo. Você já tentou guardar um abacate para comer mais tarde e viu que ele escureceu rapidamente? Isso é oxidação. A oxidação mata e prejudica a função celular. A oxidação de gorduras é o processo em que células de gordura são destruídas para obter energia. A oxidação é boa para a gordura, mas não para a maioria das outras células do nosso corpo!
Alimentos processados estão mortos. O processamento mata as partes mais benéficas dos alimentos. Por exemplo, muitos consideram os cereais “saudáveis” porque têm uma longa lista de vitaminas adicionadas, mas quase não contêm os compostos benéficos de um alimento vivo.
Com exceção dos vegetais, as pessoas discutem sobre como praticamente todos os outros alimentos afetam o peso. É útil saber quando olhar para o quadro geral e quando prestar atenção aos detalhes, e este é um caso em que precisamos olhar para o quadro geral. As taxas de obesidade em todo o mundo aumentaram rapidamente à medida que criamos e consumimos alimentos provenientes de laboratórios mais do que de fazendas. Quando o consumo de alimentos ultraprocessados aumentou, o consumo de calorias aumentou e as taxas de obesidade dispararam.
A maioria dos autores de perda de peso acredita que precisa adotar uma posição definitiva em relação a cada alimento, mas isso é totalmente desnecessário para a perda de peso. Se você acertar o básico, consumir alimentos simples e reais e parar de comer grandes quantidades dos alimentos óbvios que causam ganho de peso, você terá sucesso.
Não se preocupe em comer ou não alimentos controversos como batatas, carne, trigo integral e laticínios. Esses alimentos têm sido consumidos há séculos sem problemas de peso associados. É possível que qualquer um desses alimentos possa inclinar um pouco a balança na direção errada, mas comer batatas cozidas não arruinará seus esforços de perda de peso da mesma forma que consumir refrigerantes frequentemente ou croissants. Depois de estabelecer um padrão claro de consumo de alimentos saudáveis, talvez você possa discutir se deve ou não comer alimentos controversos, como laticínios ou pão integral. A cultura das dietas faz as pessoas se preocuparem com o pão integral quando comem fast food todos os dias. Quando você consome principalmente frutas e vegetais frescos, você já dominou o básico de uma alimentação saudável. Então, você pode passar para a questão de comer ou não alimentos controversos. Até que isso aconteça, seu objetivo é buscar alimentos saudáveis e não se preocupar com o resto do que você come. Vale repetir que a perspectiva correta para uma dieta saudável é voltada para os alimentos saudáveis, e não afastando-se dos alimentos não saudáveis.
Por favor, não utilize a seguinte lista para fazer dieta. Ela é apenas para lhe dar uma ideia de como os alimentos se encaixam no espectro da perda de peso. É importante saber quais alimentos são favoráveis à perda de peso, mas é mais importante não (tentar) mudar sua dieta de uma vez. Esta lista não é abrangente. Tente compreender os conceitos por trás desses alimentos.
Depois de ler os outros, volte e leia esta lista novamente, porque esta é a lista que importa. Não se trata do que evitar, mas do que buscar. Parece uma lista curta até você considerar que ela inclui TODAS as frutas e (basicamente) TODOS os legumes. Existem 4.000 variedades de tomate, e isso é apenas uma fruta. Existem milhares e milhares de frutas e legumes com diferentes sabores, texturas e usos.
De maneira geral, se você consumir uma fruta ou legume minimamente processado, ele não conterá uma quantidade prejudicial de sal, açúcar, calorias ou gordura. Por exemplo, abacates são 82% gordura, mas eles não são obesogênicos e oferecem uma ótima saciedade: “Um estudo randomizado, cruzado e pós-prandial, com participação de 26 adultos saudáveis com sobrepeso, sugeriu que consumir meia unidade de abacate no almoço reduziu significativamente a sensação de fome e o desejo de comer, além de aumentar a saciedade em comparação com a refeição de controle.”
O óleo de coco é excelente para perda de peso, pois é muito rico em triglicerídeos de cadeia média (TCMs), que são absorvidos rapidamente e utilizados como energia (em vez de serem armazenados como gordura). Não há necessidade de cozinhar com qualquer outra coisa além de óleo de coco, azeite de oliva ou manteiga. O óleo de coco e o azeite de oliva são versáteis, deliciosos e saudáveis. O azeite de oliva também é ótimo para uso em temperatura ambiente, como em molhos ou temperos.
Em um experimento “do mundo real” inteligente, o professor Grootveld analisou os óleos restantes após os voluntários terem cozinhado com eles. Ele descobriu que “óleo de girassol e óleo de milho produziram aldeídos em níveis 20 vezes mais altos do que o recomendado pela Organização Mundial da Saúde. Óleo de oliva e óleo de colza produziram muito menos aldeídos, assim como manteiga e gordura de ganso.” Aldeídos são álcoois oxidados que são tóxicos para nós e estão relacionados a muitas doenças. Entre todos os óleos, o óleo de coco produz a menor quantidade de aldeídos quando aquecido para cozinhar.
Sucos verdes (apenas de vegetais) e smoothies são potências nutricionais. Eles são uma boa adição à dieta devido aos seus benefícios anti-inflamatórios e de absorção de nutrientes. A palavra-chave aqui é adição. Não se prive e force suco verde goela abaixo. Isso pode estar na moda, mas não é sustentável.
Grãos como arroz integral, macarrão integral, quinoa, cevada, milho, aveia, entre outros, são saudáveis (isso não inclui biscoitos ou a maioria dos pães, que geralmente contêm vários ingredientes processados).
Eu sei. É comum culpar a carne nos dias de hoje, mas temos sido onívoros por muito tempo sem problemas de peso. Além disso, acredito que seja difícil sustentar-se em uma dieta vegetariana ou vegana. Dito isso, se você preferir uma alimentação vegetariana ou vegana, existem opções muito piores!
Muitos pães integrais contêm ingredientes adicionais, então, se você for escolher uma fonte de trigo, opte pelo macarrão integral (com apenas um ingrediente). Algumas pessoas têm alergia ao trigo, mas se esse for o seu caso, não consuma. Como o molho de macarrão geralmente contém açúcar adicionado, gosto de usar azeite de oliva, pesto e queijo para dar sabor. É saudável e delicioso! Você também pode fazer seu próprio molho de macarrão facilmente.
Os laticínios são alimentos com alto teor calórico, mas suas calorias são de alta qualidade e saciantes. Um estudo descobriu que, em uma dieta restrita em calorias, aqueles que incluíram laticínios em sua dieta perderam 70% mais peso (e aqueles que incluíram cálcio perderam 26% mais peso). Se você gosta de laticínios, consuma-os moderadamente, mas ainda opte pelos alimentos super saudáveis como seus principais alimentos, e você se sairá bem.
A questão de consumir laticínios integrais ou desnatados não é debatível. Para leite, creme de leite azedo, manteiga ou iogurte, e outros alimentos lácteos, escolha os integrais.
Um estudo mostrou que o IMC era menor em mulheres que consumiam mais produtos lácteos integrais. Um estudo com mais de 18.000 mulheres constatou que “maior consumo de produtos lácteos ricos em gordura, mas não de produtos lácteos com baixo teor de gordura, estava associado a menor ganho de peso.” Um estudo com mais de 1.700 homens chegou à mesma conclusão. Laticínios integrais reduziram as chances de obesidade 12 anos depois, enquanto laticínios com baixo teor de gordura foram associados a taxas aumentadas de obesidade. Um estudo com crianças de 2 a 4 anos descobriu que aquelas que bebiam leite desnatado ou 1% tinham o índice de massa corporal mais alto em comparação com aquelas que bebiam leite com 2% ou integral. Não consegui encontrar nenhum estudo que mostrasse que o leite desnatado é superior ao leite integral de qualquer maneira, provavelmente porque ele é pior em todos os aspectos. O Oregon State Agricultural College publicou um boletim em 1930 intitulado “Engordando Porcos para o Mercado”. Dê uma olhada nesta citação interessante que peguei no boletim: “Leite desnatado. Este não é apenas o melhor complemento para o crescimento dos porcos, mas tem valor quase igual para engordá-los”. Parece que, de muitas maneiras, nosso conhecimento sobre o controle de peso regrediu. Costumávamos alimentar corretamente os porcos com leite desnatado para engordá-los, e agora bebemos isso nós mesmos como uma “bebida para perda de peso”.
Esses dados fazem total sentido à luz de tudo o que discutimos e surpreendem aqueles que contam calorias e defendem que “a gordura é ruim”, baseando suas conclusões em APENAS uma faceta dos alimentos complexos. Leia a frase a seguir, olhe novamente para os estudos e internalize o que isso significa: O leite integral contém quase o dobro de calorias do leite desnatado na mesma porção.
Você vai confiar nas teorias predominantes (que permitiram a explosão da obesidade)? Ou você vai considerar quais teorias explicam melhor a ciência observacional? Aqui está uma explicação sobre laticínios que se encaixa perfeitamente nos dados, que claramente diz que o leite integral é melhor do que o leite desnatado para perda de peso: O leite integral é menos adulterado, um alimento completo e natural. O leite desnatado é uma versão mais processada do leite integral. Embora esse não seja um argumento especialmente forte, já que requer que você primeiro aceite a ideia de que “o processado é pior”, isso é: Se você beber leite desnatado, ficará menos saciado e satisfeito do que se beber leite integral. Provavelmente você ficará menos saciado por caloria com leite desnatado ou com baixo teor de gordura. Quatro onças de leite integral podem ser mais satisfatórias e saciantes do que 8 onças de leite desnatado. Se considerarmos apenas o consumo de leite isoladamente, é verdade, o leite desnatado tem menos calorias e significaria menos ganho de peso. Mas os alimentos que comemos agora afetam o tipo e a quantidade de alimentos que comeremos mais tarde. Além disso, a gordura no leite retarda a digestão dos açúcares. Seu corpo não vai pensar: “Ah, é a mesma quantidade de leite, mas metade das calorias!” O leite desnatado só engana a pessoa que o bebe (não o corpo dela). O corpo humano não pode ser enganado para perder peso. Aproveite seus laticínios com teor de gordura total se você quiser perder peso. Você não precisa acreditar nas minhas palavras ou comprar minhas teorias propostas sobre o leite. Apenas olhe os dados. Claro, o leite cru é muito melhor do que o leite comprado em loja, porque não é processado com pasteurização (aquecido a altas temperaturas para matar tudo) e homogeneização (agitado rapidamente para remover a separação do creme). O leite cru está vivo. Ele contém enzimas benéficas que são destruídas na pasteurização, mas nem sempre é fácil de encontrar. Na verdade, é ilegal nos EUA vender leite cru para consumo pessoal. “Animais de estimação” podem beber, no entanto. O leite cru apresenta algum risco de contaminação bacteriana, como salmonela e listeria, portanto, consuma-o por sua própria conta e risco.
Se você vai tomar shakes de proteína, é melhor tomá-los de manhã no café da manhã, e é melhor escolher um com ingredientes limitados adicionados (eu uso Promix e Solgar). Eu prefiro proteína de soro de leite em relação às outras por seu perfil completo de proteínas. É um alimento processado, mas é um dos melhores se você escolher um com os ingredientes certos. A proteína é altamente saciante e ótima para construir ou manter a massa muscular. Como tal, um bom pó de proteína pode ser útil para redistribuir o peso da gordura para o músculo, especialmente se você estiver se exercitando. O que é melhor do que um shake de proteína pela manhã? Frutas inteiras, legumes, ovos, carne minimamente processada ou iogurte.
Geralmente é uma boa escolha (alto teor de água), mas depende muito de como é feita e do que contém!
Batatas, ervilhas e milho são listados aqui porque foram associados ao ganho de peso no estudo de 24 anos mencionado anteriormente. As batatas, em particular, são demonizadas por muitos, mas parecem ótimas no papel. Elas são o alimento mais saciante do mundo e estão repletas de antioxidantes, vitaminas e minerais. As batatas têm sido um alimento básico em muitos países ao longo da história. A obesidade e o sobrepeso na extensão atual são um fenômeno moderno com uma causa moderna. Isso não significa que você não ganhará peso se exagerar nas batatas – as pesquisas são divergentes -, mas significa que você pode comer batatas sem preocupação. Se você gosta de batatas, como muitos, você poderia fazer coisas muito piores.
Não é o pior alimento que você pode comer e é muito melhor do que alimentos ultraprocessados. Além disso, muitas culturas permaneceram magras e saudáveis com uma dieta rica em arroz branco. Dito isso, se você puder trocar para arroz integral, faça isso! O arroz branco é processado para eliminar o germe e o farelo do arroz integral, o que significa que você obtém menos fibras e (muito) menos nutrientes. Se você tiver que escolher entre arroz branco e pão branco, o arroz branco vence por uma larga margem, porque o pão branco é processado ao extremo (geralmente com dezenas de ingredientes). O arroz branco é apenas um alimento com um ingrediente, o que é uma grande vantagem. Dito isso, se você pedir arroz branco em um restaurante, não espere que seja feito apenas com um ingrediente. O arroz branco costuma ser preparado com ingredientes adicionados, como óleo vegetal e açúcar.
Acredito que a manteiga seja saudável, mas você não precisa comer muita. Ela é rica em gorduras saturadas e, se você comer muito, poderá ganhar peso. Os óleos saudáveis, como o azeite de oliva, são bons para a saúde geral e podem ser consumidos com moderação. Novamente, é importante observar as porções e não exagerar. O excesso de calorias de qualquer fonte, mesmo que seja saudável, pode levar ao ganho de peso.
Muitas barras de proteína são carregadas de açúcares adicionados, ingredientes processados e aditivos indesejáveis. Além disso, muitos alimentos processados contêm ingredientes questionáveis e açúcares ocultos. É importante ler os rótulos dos alimentos e escolher opções mais saudáveis, se possível. Se você precisa de um lanche rápido, é melhor optar por frutas, nozes ou iogurte natural.
Em suma, a chave para uma alimentação saudável e perda de peso sustentável é priorizar alimentos integrais, como frutas, legumes, carnes minimamente processadas, grãos integrais e laticínios integrais, consumindo-os em moderação. Evite alimentos ultraprocessados, ricos em açúcares adicionados, gorduras trans e ingredientes questionáveis. Além disso, é importante prestar atenção às porções e garantir um equilíbrio adequado de nutrientes em sua dieta. Lembre-se de que cada pessoa é única, e é sempre uma boa ideia consultar um profissional de saúde ou nutricionista para obter orientações personalizadas com base em suas necessidades individuais.
As gorduras benéficas são removidas, tornando-o menos saciante do que o leite integral, e ao contrário do leite integral, está principalmente associado ao ganho de peso em estudos. Lembre-se de que na década de 1930, eles usavam leite desnatado para engordar porcos.
Se você pedir um smoothie de frutas em uma rede de lanchonetes, ele quase certamente conterá açúcar adicionado e/ou consistirá em xarope com sabor de frutas em vez de frutas reais. Mesmo que você faça o smoothie em casa com frutas reais, você está perdendo o verdadeiro teor de fibras da fruta, pois estudos mostram que a mistura da fruta altera a digestão das fibras. Isso o torna mais semelhante ao suco de frutas, que é uma bebida definitiva para ganho de peso!
batatas fritas, bolachas, biscoitos, tortas, bolos, sorvete, panquecas, waffles, massa branca, pizza, pão branco, suco de frutas (sim, até 100% de suco), refrigerante, lattes e doces. Se ler essa lista fez você salivar, não se preocupe, porque alimentos saudáveis também podem fazer você salivar!
O óleo de soja e a maioria dos outros óleos vegetais são grandes contribuintes para o ganho de peso e são extremamente difíceis de evitar nos Estados Unidos.
Isso inclui barras de granola orgânicas (açúcar adicionado), frutas secas orgânicas (geralmente com açúcar adicionado e com baixo teor de água importante), iogurte com sabor (sempre tem adoçante adicionado), cereal orgânico (altamente processado com açúcar adicionado).
Como a maioria dos molhos contém óleo de soja, açúcar e/ou sal em altas quantidades, eles causam ganho de peso. Quase todos os molhos para salada comerciais que vi usam óleo de soja.
Carnes como mortadela, cachorro-quente, entre outras, são processadas a ponto de se tornarem desafiadoras para serem chamadas de “carne”.
Eu evito alimentos enlatados, porque a maioria das latas contém o composto sintético conhecido como BPA, que não está apenas associado à obesidade, mas também à resistência à insulina e ao câncer. A Dra. Ana Soto disse: “Se considerarmos os resultados em modelos animais em conjunto, acho que temos evidências suficientes para concluir que o BPA aumenta o risco de câncer de mama e próstata em seres humanos.” O BPA nas latas se desprende na comida. Um estudo de Harvard descobriu que o consumo diário de sopa enlatada aumentou os níveis de BPA na urina dos participantes em 1.221% em comparação com aqueles que comeram sopa fresca. Felizmente, mais empresas estão adotando latas livres de BPA. Eu recomendo alimentos frescos, alimentos congelados, alimentos em frascos de vidro ou, se as latas forem a única opção, tente encontrar alimentos enlatados livres de BPA. Se alimentos enlatados forem a única maneira de você comer vegetais e você não tiver acesso a alimentos enlatados livres de BPA, acho que ainda vale a pena comer vegetais da maneira que puder.
Um dos métodos mais eficazes de perda de peso é tão óbvio que todos nós ignoramos. Beba água! Ela não contém calorias e ajuda a regular o apetite (as bebidas dietéticas também não contêm calorias, mas prejudicam seu metabolismo, enquanto a água o melhora). Se você costuma beber qualquer coisa além de água, desconfie de como isso afeta sua cintura. Refrigerantes, suco de frutas, álcool e qualquer outra bebida com açúcar adicionado (incluindo café e chá) atrapalham seu objetivo de perder gordura. O leite é uma incógnita.
Um estudo dividiu 48 pessoas em dois grupos. Ambos os grupos consumiram uma dieta de baixa caloria, mas um grupo bebia duas xícaras de 240 ml de água antes das refeições. Ao final de 12 semanas, o grupo que bebia água perdeu 15,5 libras, em comparação com 11 libras do outro grupo. A restrição calórica e a curta duração do estudo são questões à parte, mas o grupo que bebia água foi o claro vencedor. Dietas restritivas de calorias fazem com que nossos corpos tentem armazenar mais gordura a longo prazo, mas beber mais água pode ter o efeito oposto. Um estudo com sete homens e sete mulheres descobriu que beber 500 ml de água (uma garrafa de 500 ml) aumentou a taxa metabólica em 30% em 40 minutos. Um metabolismo aumentado é um sinal muito bom, mesmo que seja observado apenas a curto prazo. O problema principal das dietas de baixa caloria é que o metabolismo diminui. Mesmo que um alimento faça as pessoas ganharem peso a curto prazo, mas aumente o metabolismo a longo prazo, ele ainda seria excelente para a perda de peso e muito melhor do que metodologias que trazem perda de peso a curto prazo e devastações metabólicas e ganho de peso a longo prazo. Essa é uma discussão teórica, é claro, pois beber água ajuda nossa saúde e o gerenciamento de peso agora e no futuro.
Há outra bebida especial que merece ser mencionada. Além da água, o chá verde pode ser considerado a bebida definitiva para perda de peso devido ao seu conteúdo único de antioxidantes. Estudos mostram que o chá verde especificamente ajuda a queimar gordura visceral na área abdominal. Essa é a área em que as pessoas geralmente preferem perder gordura e também é a gordura mais prejudicial do corpo. O efeito de queima de gordura do chá verde é em grande parte devido à alta quantidade de um antioxidante chamado catequina. De acordo com minha pesquisa, esse antioxidante também é encontrado em outros alimentos, como cacau, amoras e vinho tinto, mas o chá verde tem a maior quantidade de catequinas de todos os alimentos.
E quanto ao café e ao chá? A cafeína pode ser benéfica em pequenas doses para aumentar temporariamente o metabolismo. Na verdade, como um dos ingredientes mais comuns em suplementos pré-treino, a cafeína provavelmente é melhor usada para melhorar seu treino. Claro, se você “precisa” de cafeína para ter energia, isso não é ideal. Eu não bebo café porque já vi muitas pessoas se tornarem dependentes dele para ter energia.
Em relação à saúde e ao peso, o maior problema com o café e o chá são os adoçantes adicionados. Se você tiver que escolher um, mel, açúcar mascavo cru e estévia parecem ser os menores males (eu escolheria mel). Uma coisa é certa: café regular e chá são muito melhores do que lattes açucarados e outras bebidas “especiais” em cafeterias. Se você tiver que escolher entre uma xícara de café e um latte de caramelo, o café vence facilmente.
Posso dizer uma coisa: se você conseguir dissociar a ingestão de bebidas do sabor adocicado, estará muito à frente do jogo. Tudo isso se resume ao condicionamento. Para alguém que bebe refrigerante diariamente, a água tem um sabor sem graça. Para alguém que bebe água diariamente, refrigerantes e lattes têm um sabor excessivamente doce. Os líquidos satisfazem nossa sede, e há uma satisfação inerente nisso. A base de todas as bebidas é água, o que significa que beber água pode se tornar um hábito e uma bebida que você aprecia, mesmo que não goste particularmente dela agora. Podemos aprender a apreciar as coisas que satisfazem nossas necessidades.
Quando se trata de álcool, o vinho é o vencedor em termos de saúde e perda de peso. O consumo regular de vinho está associado a uma menor mortalidade do que em não bebedores e bebedores de outros tipos de álcool. Seu consumo tem uma relação “em forma de J” com a morte – é uma bebida saudável em moderação que se torna prejudicial se você exagerar.
Não há evidências sólidas de que o vinho ou qualquer tipo de álcool seja uma “bebida para perda de peso”. Um estudo de 13 anos da Universidade Harvard com 19.200 mulheres descobriu que aquelas que consumiam álcool ganhavam menos peso do que as não bebedoras, mas ainda assim ganhavam peso (o vinho tinto apresentava a melhor associação inversa com sobrepeso e obesidade).
O vinho tinto contém uma série de compostos benéficos, incluindo resveratrol, que têm efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios. O consumo moderado de vinho está associado a uma série de benefícios para a saúde, incluindo redução do risco de doenças cardíacas e certos tipos de câncer. No entanto, é importante lembrar que o consumo moderado é a chave. O exagero no consumo de álcool pode levar ao ganho de peso, problemas de saúde e outros efeitos negativos.
Em resumo, a água é a melhor escolha para hidratação e perda de peso. O chá verde também pode ser benéfico devido aos seus antioxidantes. O consumo moderado de vinho tinto pode ter alguns benefícios para a saúde, mas é importante lembrar de consumi-lo com moderação.
Lembre-se de que a perda de peso não se resume apenas à escolha de alimentos e bebidas. Uma abordagem equilibrada que envolva uma alimentação saudável, atividade física regular e um estilo de vida saudável de forma geral é a chave para alcançar e manter um peso saudável. Sempre consulte um profissional de saúde antes de fazer alterações significativas em sua dieta ou iniciar um programa de perda de peso.
A chave para uma alimentação saudável e a perda de peso está no consumo de alimentos reais e minimamente processados, em contraposição aos alimentos altamente processados. Não é necessário adotar posições extremas em relação a cada alimento, mas sim focar na quantidade de alimentos reais consumidos em comparação com os processados. Além disso, a escolha de alimentos super saudáveis, como frutas, legumes, sementes, feijões, nozes e peixe, e o uso de óleo de coco e azeite de oliva são recomendados.
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Agora que discutimos quais tipos de alimentos são bons e ruins para a perda de peso, é hora de analisar seus hábitos alimentares atuais. Algumas pessoas têm a impressão de que já tentaram o plano de “comer alimentos saudáveis” e falharam, quando na realidade nunca tentaram. Se a sua ideia de alimentação saudável estiver equivocada, você ganhará peso, pois pensa estar fazendo a coisa certa.
“Alimentos saudáveis” são muito mais limitados do que a maioria das pessoas acredita. Alimentos saudáveis para perda de peso NÃO incluem coisas como iogurte com baixo teor de gordura e saborizado, barras de granola orgânicas, produtos sem açúcar, chips de tortilha orgânicos, doces orgânicos, alimentos diet de baixa caloria, suco de frutas 100%, alimentos processados orgânicos ou convencionais, basicamente qualquer coisa com adição de açúcar (que representa 75% dos alimentos nas mercearias) ou saladas cobertas com xarope de milho com alto teor de frutose e molho de óleo de soja.
Aqui estão os dados preocupantes: em uma pesquisa da Consumer Reports com 1.234 pessoas, 89,7% dos entrevistados americanos pensavam que consumiam uma dieta pelo menos “um pouco saudável”. E, no entanto, 43% dessas mesmas pessoas relataram consumir pelo menos um refrigerante, Frappuccino ou chá com bolhas por dia. Se você consome qualquer um desses produtos uma vez por dia, quase certamente não tem uma dieta “um pouco saudável”.
Alguém pode tomar um refrigerante por dia e pensar que está sendo saudável apenas porque tem um amigo que toma três por dia. Diga ao seu pâncreas para não se preocupar com toda a insulina que está liberando, porque o pâncreas de Jimmy tem que fazer isso três vezes ao dia. Ou, no caso de adoçantes artificiais, diga aos seus caminhos dopaminérgicos para não ficarem muito chateados com a falta de recompensa, porque o sistema de recompensa de Jimmy está ainda mais desregulado.
Olhe para a sua cozinha. Seus balcões, geladeira e freezer estão cheios de frutas e legumes frescos ou congelados? Se não, eles costumam estar? Se não, provavelmente você não tem uma dieta saudável.
Se quase 90% dos americanos acreditam que têm uma dieta saudável, então temos um sério problema de negação. O estudo transversal nacionalmente representativo mencionado acima, realizado nos Estados Unidos e publicado em março de 2016, descobriu que “alimentos ultraprocessados representavam 57,9% da ingestão total de energia”. Esses são alimentos que idealmente não deveriam fazer parte da dieta humana, e no entanto são consumidos em maior quantidade.
É importante entender que uma dieta saudável vai além das aparências e rótulos enganosos. Para alcançar uma alimentação verdadeiramente saudável, é necessário evitar alimentos ultraprocessados e priorizar a ingestão de frutas, legumes e alimentos naturais. Ao fazer escolhas alimentares conscientes e informadas, é possível melhorar a qualidade da dieta e promover uma vida mais saudável.
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Se o açúcar é prejudicial à nossa saúde, mas os alimentos não processados são bons para a nossa saúde, onde isso coloca as frutas e os alimentos não processados relativamente ricos em frutose?
A teoria de baixo teor de carboidratos fez com que algumas pessoas evitassem frutas, e isso é um grande erro. Muitas frutas e muitos vegetais são ricos em carboidratos, e eles mudaram um pouco no mundo moderno devido à reprodução seletiva e à agronomia, mas não de uma forma que possa explicar o aumento repentino do ganho de peso em todo o mundo.
Os estudos que vi sobre frutas são unânimes. A fruta é um alimento para perda de peso. Qualquer pessoa que diga o contrário citará duas teorias – o conteúdo calórico da fruta ou o perfil de frutose/carboidrato da fruta. Essas teorias não são fatos, especialmente porque há muitos dados – muitos dos quais cito neste livro – que as refutam.
Um estudo de 2009 com 77 pessoas com sobrepeso e obesidade descobriu que o consumo de frutas estava associado à perda de peso, não ao ganho de peso: “A relação entre o consumo de frutas e o peso corporal permaneceu significativa após o controle de idade, sexo, nível de atividade física e consumo diário de macronutrientes. Além disso, o aumento do consumo de frutas foi associado a uma perda de peso subsequente, controlando os mesmos covariantes.” Isso significa que o consumo de frutas levou à perda de peso (o que contradiz a teoria de frutose/carboidrato) e que aumentos adicionais no consumo levaram a uma maior perda de peso (o que contradiz a teoria de calorias). Isso não é teoria; é uma observação do que acontece quando as pessoas comem frutas. Mas isso foi apenas com 77 pessoas, então vamos ver outros estudos.
O pensamento de curto prazo na indústria de perda de peso deu muito peso (meu jogo de palavras é sempre intencional) a estudos de perda de peso de curto prazo. Aqui estão alguns estudos de perda de peso a longo prazo que merecem nossa atenção.
Em um estudo de 25 anos de 1986 a 2011 que incluiu mais de 124.000 pessoas, descobriu-se que o aumento do consumo de flavonoides (principalmente a partir de frutas) levou à perda de peso, mesmo “após o ajuste para mudanças simultâneas em outros fatores de estilo de vida, incluindo outros aspectos da dieta, hábito de fumar e atividade física”.
Eles descobriram que o consumo de antocianinas (um tipo de flavonoide) previa a maior perda de peso. As principais fontes de antocianinas no estudo (e para a maioria das pessoas que as consomem) eram mirtilos e morangos.
O conteúdo de flavonoides pode explicar por que as pessoas perdem peso ao aumentar o consumo de frutas. Estudos sobre frutose analisam seu consumo em formas fora das frutas, como em alimentos processados que contêm xarope de milho com alto teor de frutose. Seria incorreto dizer, então, que todos os alimentos com frutose causam ganho de peso, assim como seria incorreto assumir que todos os alimentos com flavonoides causam perda de peso. Se adicionássemos flavonoides a alimentos processados, por exemplo, é provável que esses alimentos ainda causassem ganho de peso como um todo.
A Harvard analisou três estudos de coorte com mais de 133.000 pessoas ao longo de 24 anos. Eles descobriram que um aumento no consumo de vegetais não amiláceos estava associado à perda de peso. Você consegue adivinhar o que estava associado a uma perda de peso ainda maior? O consumo de frutas.
É importante ressaltar que essas associações não são prova garantida de que a fruta causa perda de peso, pois correlação não implica em causalidade. No entanto, é muito provável que seja o caso, uma vez que a fruta possui tantas características favoráveis à perda de peso, as escolhas dietéticas são conhecidas por causar ganho ou perda de peso, e é um dos alimentos “antigos” que as pessoas consumiam muito antes da crise da obesidade. A associação entre o consumo de frutas e menor peso é consistente em vários estudos a longo prazo. Dados como esses só são surpreendentes se você foi enganado pensando que pacotes de lanches de 100 calorias são a chave para a perda de peso, ou que “todos os carboidratos engordam”. A fruta tem sido demonizada em muitas dietas da moda, mas está consistentemente associada à maior perda de peso entre todos os grupos de alimentos em estudos de longo prazo.
Imagine ouvir alguém dar uma palestra convincente sobre por que é impossível para um beija-flor voar. O palestrante explica com grande detalhe científico como as asas são muito pequenas para suportar o peso de seu corpo. Mas bem atrás da cabeça dele, você vê um beija-flor voando. Ele está pairando no mesmo lugar, voando para trás ocasionalmente apenas para impressionar. Você ainda acredita no palestrante? A pergunta que devemos fazer não é “As frutas causam ganho ou perda de peso?” Em vez disso, precisamos perguntar “Por que estamos vendo que as pessoas perdem peso à medida que comem mais frutas?” O palestrante deve fazer o mesmo e se perguntar por que ele está vendo um beija-flor voar em vez de dar palestras sobre por que ele não deveria ser capaz de voar.
Para entender por que um alimento relativamente rico em frutose não é prejudicial para a nossa linha de cintura, mas sim benéfico, devemos olhar para a fruta como um todo, não apenas para o seu conteúdo de frutose. E quanto ao seu alto teor de água e fibra? E quanto às suas vitaminas e minerais biodisponíveis? E quanto às suas enzimas digestivas? E quanto ao seu efeito anti-inflamatório superior em comparação com quase todos os alimentos, incluindo muitos vegetais? E quanto aos flavonoides? Não podemos esquecer dos flavonoides! Contadores de calorias e pessoas que evitam carboidratos sugerem que essas coisas não importam porque simplificaram demais os alimentos em termos de macronutrientes. Pode ser simples observar que as pessoas perdem peso ao comer frutas, mas essa observação simples e estatisticamente relevante continua sendo suprema diante de um alimento que não entendemos completamente. Aqui estão algumas razões pelas quais a fruta é uma campeã na perda de peso.
Isso não é uma piada. É importante! A fruta é uma alternativa saudável e viável para muitos dos alimentos doces que as pessoas consomem atualmente e que levam ao ganho de peso. Sejamos sinceros. Você não vai conseguir substituir seu hábito de devorar sorvete enchendo o rosto de couve. Mas você já experimentou manga? É minha fruta favorita. Seu sabor e doçura são completamente satisfatórios. Já comeu uma banana congelada? Tem gosto de sorvete. Experimente.
Você acha que é coincidência que pessoas com sobrepeso comam menos frutas? “Crianças com sobrepeso (percentil 95) e adultos obesos (ambos os sexos) consomem significativamente menos frutas do que aqueles com peso saudável”. Provavelmente estão obtendo açúcar de alimentos processados.
Nossas línguas estão equipadas com papilas gustativas para apreciar plenamente a doçura da natureza. Se acreditarmos que a fruta nos faz engordar, apesar da ciência sugerir que nos faz emagrecer, você pode apostar que vamos buscar doçura em outros lugares (provavelmente na forma de alimentos processados adoçados artificialmente ou com adição de açúcar, que realmente nos fazem ganhar peso). A fruta é uma saída vital para sua vontade de doce – quando você deseja algo doce, a fruta está lá para salvar o dia!
A fruta é uma das melhores fontes de enzimas digestivas. Uma digestão adequada e a assimilação de nutrientes reduzirão o inchaço e farão você se sentir mais satisfeito e energético. Duas das minhas frutas favoritas, abacaxi e kiwi, contêm enzimas potentes chamadas proteases, que ajudam a quebrar e digerir proteínas. Em um cruzeiro recente, abacaxi fresco estava disponível no buffet, e eu o comi após cada refeição; Fiquei surpreso com a diferença positiva na minha digestão e a completa ausência de refluxo ácido durante toda a viagem.
Os flavonoides parecem ser substâncias subestimadas e não totalmente compreendidas, que tornam as frutas várias vezes mais saudáveis do que seu perfil de macronutrientes faz parecer. As frutas também estão carregadas de vitaminas e minerais biodisponíveis – nossos corpos precisam desses micronutrientes para funcionar adequadamente, inclusive para o controle de peso.
Se você está buscando uma dieta com baixo teor de açúcar, pode ser tentado a evitar frutas. A menos que você tenha restrições médicas, não as evite. As frutas tendem a ter menos açúcar em comparação com os alimentos processados. Um refrigerante de 20 onças contém mais açúcar do que uma banana, uma maçã, uma laranja e um kiwi combinados.
Quanto aos adoçantes artificiais, eles não têm calorias porque não são alimentos. Bolas de canhão não têm calorias e são muito satisfatórias. Por que não comer uma delas? Tanto o açúcar adicionado quanto os adoçantes artificiais aumentam o risco de diabetes tipo 2. Você não deveria evitar frutas apenas para reduzir suas chances de desenvolver diabetes, não é mesmo? É claro que não! Um estudo descobriu que “o maior consumo de frutas específicas, especialmente mirtilos, uvas e maçãs, está significativamente associado a um menor risco de diabetes tipo 2, enquanto o maior consumo de suco de frutas está associado a um risco maior”.
É contraditório que um alimento rico em frutose possa reduzir o açúcar no sangue, mas novamente, vamos olhar para os dados, não para as teorias. Um estudo realizado no México testou uma dieta com baixa frutose (menos de 20g diários) em comparação com uma dieta moderada com frutose natural (50-70g diários). Ambos os grupos apresentaram melhorias nos níveis de açúcar no sangue, resistência à insulina, colesterol e pressão sanguínea. A maior diferença entre os dois grupos foi a perda de peso, sendo que o grupo com frutose natural perdeu 50% mais peso (4,2 kg em comparação com 2,8 kg). Cortar toda ou a maioria da frutose da sua dieta trará resultados; eles simplesmente não serão tão bons se você também remover as frutas.
Lembra quando eu disse que comi um saco inteiro de manga congelada? Aquele saco de manga fatiada congelada de 10 onças (284g) tinha apenas 200 calorias, enquanto uma barra de Snickers de 52,7g tem 250 calorias. As mangas ocupam cinco vezes mais espaço no estômago e fornecem muito mais micronutrientes, apesar de terem menos calorias.
Nosso corpo é composto por cerca de 60-70% de água. Em certa medida, comer mais frutas é como beber mais água. Além de seu alto teor de água, a fruta é rica em fibras, tornando-se um alimento muito saciante com relativamente poucas calorias.
O suco de fruta pode conter algumas das vitaminas e minerais da fruta de origem, mas não possui a saciedade que a fruta inteira proporciona. Consumir fruta inteira antes das refeições reduziu a ingestão calórica (do almoço) em 15% em um estudo. Isso é fantástico, mas, curiosamente, descobriu-se que “adicionar níveis naturalmente ocorrentes de fibras ao suco [de fruta] não aumentou a saciedade”. Mesmo quando você adiciona a fibra de volta, o suco de fruta não se compara à saciedade natural da fruta inteira.
Reduzir o consumo de açúcar refinado e adoçantes artificiais pode ser benéfico para a saúde metabólica e o controle de peso. O açúcar real, consumido com moderação, pode ser uma opção melhor do que os adoçantes artificiais, que podem confundir nosso sistema de recompensa e levar a desejos por alimentos doces. Ao escolher adoçantes alternativos, como a stevia e os álcoois de açúcar, é importante estar ciente de possíveis efeitos colaterais, como desconforto gastrointestinal. No geral, priorizar o consumo de frutas e limitar a ingestão de açúcar adicionado é uma estratégia mais saudável.
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O consumo de açúcar refinado está associado a um maior risco de obesidade, gota, diabetes e doenças cardíacas (para citar algumas).
Até mesmo danos ao cérebro têm sido associados ao consumo de açúcar. Quando o consumo de açúcar é reduzido, melhorias na saúde metabólica são aparentes, o que é importante, já que a obesidade é principalmente um problema metabólico. Por isso, reduzir o consumo de açúcar é a batalha principal da perda de peso (e por que as dietas com baixo teor de carboidratos geralmente são mais eficazes no curto prazo).
Metade dos americanos consomem bebidas açucaradas diariamente. Elas compõem cerca de 10% da ingestão calórica total nos Estados Unidos, o que é uma das principais causas da obesidade. Você sabia que o tamanho das porções de refrigerante mais que triplicou desde a década de 1950?
Antes da década de 1950: aproximadamente 192 ml
1960: aproximadamente 355 ml
Década de 1990: aproximadamente 591 ml
Esses são apenas os tamanhos padrão. Os copos de cinema e fast food hoje podem ter até 64 onças (para refrigerante, isso representa cerca de 192 gramas de açúcar). No início dos anos 1980, a maioria dos refrigerantes passou por outra mudança infeliz – de serem adoçados com açúcar para xarope de milho com alto teor de frutose. Por pior que seja o açúcar adicionado para nossa saúde e peso, essa criação laboratorial parece ser ainda pior, especialmente quando se trata de nosso peso.
Pesquisadores de Princeton realizaram alguns experimentos com ratos usando HFCS e sacarose. Veja o que eles descobriram:
“Quando os ratos estão bebendo xarope de milho com alto teor de frutose em níveis bem abaixo dos encontrados em refrigerantes, eles estão se tornando obesos – todos, sem exceção. Mesmo quando os ratos são alimentados com uma dieta rica em gordura, isso não acontece; eles não ganham peso extra.”
“Os ratos do estudo de Princeton se tornaram obesos ao beber xarope de milho com alto teor de frutose, mas não ao beber sacarose.”
“Nos 40 anos desde a introdução do xarope de milho com alto teor de frutose como um adoçante econômico na dieta americana, os índices de obesidade nos EUA dispararam, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças. […] O xarope de milho com alto teor de frutose é encontrado em uma ampla variedade de alimentos e bebidas, incluindo suco de frutas, refrigerante, cereal, pão, iogurte, ketchup e maionese. Em média, os americanos consomem 60 libras desse adoçante por pessoa a cada ano.”
“Em contraste [com o xarope de milho com alto teor de frutose], cada molécula de frutose na sacarose que vem do açúcar de cana ou do açúcar de beterraba está ligada a uma molécula correspondente de glicose e deve passar por uma etapa metabólica adicional antes de poder ser utilizada.”
Nosso corpo precisa trabalhar mais para quebrar os alimentos naturais durante a digestão. Pense nisso como um exercício interno. Isso queima mais calorias, enquanto dá tempo para nossos sistemas absorverem os nutrientes adequadamente. O açúcar é absorvido mais facilmente do que a maioria dos alimentos, mas é incrementalmente mais desafiador de absorver do que o xarope de milho com alto teor de frutose.
Adoçantes artificiais também não são a solução. Seu impacto na saúde não é totalmente compreendido, com alguns estudos não mostrando efeitos prejudiciais e outros os relacionando a doenças tão graves como o câncer. Se você quer acreditar apenas nos estudos que dizem que são seguros, essa é sua escolha. Mas você deve saber que sua propensão para prejudicar nosso metabolismo é mais conhecida.
Um estudo descobriu que as bebidas adoçadas artificialmente aumentaram enormemente o risco de diabetes tipo 2 nas pessoas (ainda mais do que as bebidas adoçadas com açúcar). O mesmo efeito não foi observado no suco de frutas 100% (lembre-se de que o suco de frutas ainda é uma bebida que causa ganho de peso). Outro estudo constatou que esses adoçantes estão associados a um aumento do risco de síndrome metabólica. E o mais preocupante de todos foi um estudo que descobriu que os adoçantes artificiais induziram intolerância à glicose alterando as bactérias intestinais. Uau!
Por que os produtos adoçados artificialmente causam problemas metabólicos? Eles parecem confundir nosso sistema de recompensa interno. Alimentos são recompensadores biologicamente em dois níveis chamados sensorial e pós-digestivo. Primeiro, quando um alimento de sabor agradável atinge a língua, nossas papilas gustativas dizem ao cérebro: “Ei! Doçura!”, e recebemos uma recompensa sensorial. Depois, após ingerirmos o alimento, as propriedades metabólicas e nutritivas do alimento nos proporcionam uma segunda recompensa de satisfação biológica.
Esse sistema de recompensa nos ajuda a regular nossa ingestão de alimentos, pois nosso desejo por recompensas alimentares diminui após o consumo (pelo menos deveria ser assim). No entanto, adoçantes artificiais fornecem uma recompensa inicial mais fraca do que o açúcar em termos de sabor e quase completamente ignoram o sistema de recompensa pós-digestivo (porque não são alimentos).
Enganamos o corpo quando consumimos adoçantes artificiais, mas não da maneira que queremos. Não há como enganar seu sistema de recompensa secundário, que é baseado no impacto energético dos alimentos.
Beber bebidas adoçadas com adoçantes sem calorias parece bom demais para ser verdade porque é. Está tentando obter o prazer da doçura sem as consequências calóricas. É uma ideia brilhante, sinceramente, mas nossos corpos sabem que não é açúcar quando não pode ser digerido e usado como energia. Quando queremos algo (açúcar) e somos provocados com a ideia disso (adoçante sem calorias), só vamos querer ainda mais.
Caso você esteja curioso, os ratos são da mesma forma: “Quando um sabor foi arbitrariamente associado a um alto ou baixo teor calórico, os ratos comeram mais ração após uma refeição prévia com o sabor que predizia baixo teor calórico.
Esses estudos apresentam uma hipótese: um acoplamento inconsistente entre o sabor doce e o conteúdo calórico pode levar a comer em excesso compensatório e balanço energético positivo.”
Adoçantes artificiais não são recompensadores biologicamente, e isso é um problema. O conceito de substituição é valioso para a mudança de comportamento, mas o novo comportamento precisa oferecer uma recompensa semelhante, pois as recompensas guiam poderosamente nossos comportamentos.
Adoçantes artificiais funcionam como substitutos de sabor para o açúcar e eles são isentos de calorias, mas sua fraca ativação de apenas uma das duas vias de recompensa alimentar é realmente prejudicial para alguém que está tentando reduzir o consumo de alimentos doces.
“A falta de satisfação completa, provavelmente devido à falha em ativar o componente pós-ingestão, alimenta ainda mais o comportamento de busca por comida. A redução na resposta de recompensa pode contribuir para a obesidade.”
Adoçantes artificiais não são apenas um pouco mais doces que o açúcar; eles são centenas de vezes mais doces que o açúcar. Pense nisso. Se algo tem um gosto muito mais doce que o açúcar, cria uma expectativa ainda maior por uma recompensa significativa. Quando finalmente é processado e não oferece quase nenhuma recompensa, que efeito isso terá? Desapontamento e frustração.
Mesmo que você não sinta isso conscientemente, pode ter certeza de que seu corpo vai sentir. Quando o corpo se sente privado de uma recompensa, ele sutilmente (ou nem tão sutilmente) encontra uma maneira de obtê-la mais tarde, com desejos e exceções do tipo “só desta vez”; ele usará qualquer truque para fazer você ceder.
Ao ativar apenas parcialmente a via de recompensa (sem satisfazer completamente), adoçantes artificiais apenas nos provocam. Provocação aumenta o desejo. “Adoçantes artificiais, precisamente porque são doces, estimulam o desejo por açúcar e dependência de açúcar. Exposição repetida treina a preferência de sabor.”
Essa última frase é crucial para tudo neste livro. Exposição repetida treina a preferência de sabor. Nossos hábitos alimentares não são muito diferentes de nossos outros hábitos. Aqueles que consomem frequentemente alimentos adoçados artificialmente estão treinando a si mesmos para serem viciados em açúcar, e viciados em açúcar ganham peso.
Foi realizado um estudo observacional de nove anos sobre o consumo de bebidas adoçadas artificialmente e taxas de sobrepeso e obesidade. Com base no que discutimos, você pode adivinhar o que eles descobriram? “Uma relação dose-resposta positiva significativa surgiu entre o consumo inicial de ASB (bebida adoçada artificialmente) e todas as medidas de resultado, ajustadas para IMC inicial e características demográficas/comportamentais.”
As medidas de resultado mencionadas eram sobrepeso e obesidade, o que significa que aqueles que consumiram mais bebidas adoçadas artificialmente ganharam mais peso. Para a maioria das pessoas, esse resultado pareceria um mistério, mas você e eu agora sabemos que aqueles que consomem adoçantes artificiais provocam a si mesmos até se permitirem indulgências.
A Stevia provavelmente é mais saudável do que adoçantes artificiais, pois é naturalmente
derivada. É muito doce e possui poucas calorias e parece ter menos preocupações de saúde a longo prazo do que os adoçantes artificiais. O problema é que ela também não ativa completamente a via de recompensa no cérebro, o que causará os mesmos problemas que os adoçantes artificiais. Isso é tanto uma questão comportamental quanto uma questão de saúde – consumir substitutos de açúcar aumentará seu desejo por açúcar.
Os álcoois de açúcar, como xilitol, maltitol, sorbitol e eritritol, têm menos calorias que o açúcar e possuem doçura similar. Eles são encontrados naturalmente em alguns alimentos, mas geralmente são extraídos e usados em vários alimentos processados.
Eles geralmente são uma das melhores opções se você está decidido a usar um substituto de açúcar, mas cuidado, pois eles podem causar desconforto gastrointestinal.
Na Amazon, um pacote de 2,27 kg de balas de goma adoçados com maltitol recebeu várias avaliações hilárias que se tornaram virais (se você precisa dar boas risadas, não precisa procurar mais do que essas avaliações).
Parece que algumas pessoas subestimaram o poder laxante do maltitol e pagaram o preço. Um avaliador chamou-o de “A Limpeza dos Ursinhos de Goma”. Tenha cuidado por aí!
Os álcoois de açúcar mais bem tolerados são o eritritol e o xilitol, mas você deve saber que o xilitol é tóxico para cães.
No geral, se você quer algo doce, coma frutas primeiro e açúcar real em segundo lugar. Caso contrário, você está correndo um risco desnecessário que pode, na verdade, fazer você ganhar mais peso. Além disso, o açúcar real não dá a você a falsa sensação de segurança que os adoçantes artificiais proporcionam.
Reduzir o consumo de açúcar refinado e adoçantes artificiais pode ser benéfico para a saúde metabólica e o controle de peso. O açúcar real, consumido com moderação, pode ser uma opção melhor do que os adoçantes artificiais, que podem confundir nosso sistema de recompensa e levar a desejos por alimentos doces. Ao escolher adoçantes alternativos, como a stevia e os álcoois de açúcar, é importante estar ciente de possíveis efeitos colaterais, como desconforto gastrointestinal. No geral, priorizar o consumo de frutas e limitar a ingestão de açúcar adicionado é uma estratégia mais saudável.
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As taxas de obesidade continuam aumentando, e temos mais “opções saudáveis” nos alimentos processados. Basta olhar as prateleiras. Temos alimentos processados orgânicos em embalagens rústicas e em tons terrosos. Temos refrigerantes adoçados naturalmente. Em outras palavras, podemos escolher maneiras “mais saudáveis” de ganhar peso. Uau!
Se é tão óbvio que os alimentos processados estão prejudicando tantas pessoas, por que as empresas não mudam para comercializar e vender alimentos integrais? Dinheiro.
As corporações existem para obter lucro, e se elas podem produzir alimentos atrativos, deliciosos, viciantes, baratos de fabricar e com alta demanda, por que não fariam isso?
Os Estados Unidos são a capital mundial dos alimentos processados porque somos tão voltados para o comércio.
Como regra geral, quanto mais processado um alimento é, mais lucrativo ele se torna.
O governo complementa a renda dos agricultores que cultivam determinados cultivos. Isso aumenta o suprimento desses cultivos e diminui o preço. Os agricultores têm um incentivo financeiro maior para produzir um cultivo subsidiado do que um não subsidiado.
Nos Estados Unidos, três dos principais cultivos subsidiados são o milho, a soja e o trigo. Não por coincidência, é quase impossível encontrar alimentos processados que não contenham um desses ingredientes. Quase todos os alimentos ultraprocessados contêm ingredientes à base de soja, milho e/ou trigo.
O documentário “King Corn” explora o papel do milho nos Estados Unidos e como ele está presente em quase tudo que comemos. Se comêssemos apenas milho na espiga, talvez estaríamos bem, mas os ingredientes derivados do milho afetam o corpo de forma diferente do milho real.
Você sabia que o óleo de soja se tornou predominante?
Na década de 1940, o óleo de soja não era considerado “um bom óleo industrial para pintura nem um bom óleo comestível”, e agora está em toda parte. De todos os óleos consumidos pelos americanos, 80% é óleo de soja – 80% de todo o óleo consumido nos Estados Unidos!
Você conhece alguém que cozinha em casa com óleo de soja? Eu também não. Mas se você olhar os ingredientes de qualquer alimento processado, com certeza encontrará óleo de soja. Em uma loja de alimentos orgânicos, não consegui encontrar um molho para salada feito sem óleo de soja, então tive que comprar azeite e vinagre separadamente para usar como molho.
Muitos outros óleos vegetais foram introduzidos na década de 1900, mas como a soja é um cultivo subsidiado, o óleo de soja se tornou o óleo preferido para alimentos processados.
Há outra cultura importante subsidiada nos Estados Unidos: a cana-de-açúcar.
O professor Barry Popkin afirma que o açúcar adicionado está presente em 75% dos alimentos e bebidas que você encontrará nos supermercados hoje. Eu compro em um enorme supermercado de alimentos orgânicos que deveria estar cheio de alimentos saudáveis, e minhas opções são extremamente limitadas se eu quiser evitar produtos com adoçantes adicionados. Açúcar e suas variantes são adicionados a molhos para salada, pão, ketchup, refeições congeladas, granola, cereais e muito mais. Se você quiser um desafio, tente encontrar um cereal ou granola sem adoçante adicionado. Não é fácil. Melhor ainda, tente encontrar pão sem adoçante adicionado. Isso é surpreendentemente difícil.
Se 75% dos alimentos nas lojas já contêm açúcar adicionado, muitos bilhões de dólares estão em jogo, e empresas poderosas têm interesse em proteger seus produtos à base de açúcar, mesmo que isso signifique a decadência da saúde da sociedade moderna. Nenhuma empresa jamais se sacrificará pela humanidade. Isso não é o que as empresas com fins lucrativos foram criadas para fazer.
Muitas sociedades do mundo estão agora condicionadas a preferir alimentos ultraprocessados e açucarados, e as dinâmicas sociais são tais que nos importamos mais se os outros estão comendo do que com o que a comida fará conosco. Também tendemos a assumir que, se todo mundo está comendo, deve estar tudo bem. Infelizmente, “todo mundo” está acima do peso e propenso a doenças! Para ser exato, em 2014, 1,9 bilhão de adultos – quase um terço de todo o mundo – estavam acima do peso. Nos Estados Unidos, quase 70% das pessoas estão acima do peso ou obesas. Isso desequilibrou a influência social, porque uma sociedade de pessoas com sobrepeso geralmente age da mesma maneira que as tornou obesas.
Olhe ao seu redor e verá uma atitude geral de indulgência e quase adoração aos alimentos processados. Se um dos meus amigos posta uma foto de um alimento processado e reconfortante, as reações são sempre positivas. Esses alimentos mantiveram uma quantidade notável de boa vontade, considerando a quantidade de danos que causaram à raça humana.
Se seguirmos o dinheiro, não é de surpreender por que os alimentos processados são tão fortemente comercializados. Se seguirmos o dinheiro, não é de surpreender por que soja, milho e trigo estão em tantos alimentos. Se seguirmos o dinheiro, não é de surpreender por que o açúcar está presente em 75% de todos os alimentos que você encontrará em um supermercado.
As decisões empresariais são primariamente motivadas pelo dinheiro. É por isso que os alimentos se tornaram cada vez mais prejudiciais à saúde, mas lucrativos. É por isso que cultivamos uma quantidade desproporcional de certos cultivos. É por isso que as taxas de obesidade estão aumentando e provavelmente continuarão a aumentar. Isso não é uma teoria da conspiração. É evidentemente claro que as empresas são leais aos seus acionistas em vez da saúde da civilização moderna. E não vamos esquecer que os seres humanos gostam desses alimentos que prejudicam nossa saúde.
Ainda temos a capacidade de mudar. Ainda podemos escolher os alimentos que comemos, e nossas escolhas moldarão o futuro dos alimentos ao longo do tempo. A escolha alimentar mais importante que você faz provavelmente é o consumo de adoçantes adicionados. Eles são terríveis para nosso peso e saúde, e estão presentes na maioria dos alimentos.
Neste texto, descobrimos como a busca pelo lucro tem alimentado a indústria de alimentos processados e prejudicado a saúde da população. O governo, por meio de subsídios a certos cultivos, como milho, soja e trigo, contribui para aumentar a oferta desses ingredientes, tornando-os predominantes nos alimentos ultraprocessados.
Descobrimos também que a presença de óleo de soja, um cultivo subsidiado, tornou-se onipresente nos alimentos processados, apesar de não ser amplamente utilizado na culinária doméstica. Além disso, o açúcar adicionado, presente em 75% dos alimentos e bebidas disponíveis nos supermercados, é outro fator preocupante, impulsionado pelo interesse das empresas em proteger seus produtos açucarados.
Concluímos que, apesar dos desafios, ainda temos a capacidade de fazer escolhas alimentares saudáveis e moldar o futuro dos alimentos. Um ponto crucial é evitar o consumo de adoçantes adicionados, que são prejudiciais à saúde e amplamente presentes nos alimentos processados.
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Em uma análise nacional da Suécia que abrangeu 50 anos (1960-2010), o consumo de alimentos não processados (frutas, legumes, etc.) diminuiu 2%, enquanto o consumo de alimentos “ultra processados” aumentou 142%. Cento e quarenta e dois por cento. Em particular, refrigerantes (aumento de 315%) e salgadinhos/doces (aumento de 367%) se tornaram muito mais populares. A taxa de obesidade na Suécia de 1980 a 2010 mais que dobrou, de 5% para 11%.58 Você está surpreso? Não mencionei gorduras, carboidratos ou calorias. Apenas disse que eles consumiram uma porcentagem maior de alimentos processados.
Eu sei que “correlação não é causalidade”, porque duas variáveis completamente não relacionadas podem se correlacionar. A taxa de natalidade de perus pode coincidir perfeitamente com o número de milkshakes consumidos no Arizona, mas isso não significa que um esteja causando o outro. No entanto, quando uma dieta específica se correlaciona com uma mudança no peso, isso é diferente, porque sabemos que a dieta afeta o peso. O aumento do consumo de alimentos processados na Suécia é de fato uma das principais causas do aumento das taxas de obesidade em seu país. Pode-se dizer que são as calorias desses alimentos, porque os alimentos processados são muito densos em calorias. Pode-se dizer que é o perfil rico em carboidratos e/ou gorduras desses alimentos, cada um deles associado a comer demais. Mas por que complicar uma verdade tão clara e simples? São os alimentos processados.
Quando se diz que são as calorias, isso permite que empresas astutas criem alimentos ultra processados com baixo teor calórico que perturbam nossos hormônios e desencadeiam desejos. Quando se diz que é a gordura, bem, já tentamos isso e a revolução de alimentos processados com baixo teor de gordura apenas fez com que todos ficassem ainda mais gordos. Quando se diz que são os carboidratos, isso elimina a maioria dos alimentos processados problemáticos, mas também elimina muitos alimentos integrais saudáveis e coloca alimentos horríveis que causam ganho de peso com adoçantes artificiais no pedestal mais alto. Mas quando se diz que são os alimentos ultra processados, é possível direcionar todos os alimentos que nos fizeram engordar ao longo do último século, ao mesmo tempo em que preserva os alimentos saudáveis que consumíamos antes de as taxas de obesidade se tornarem extremas.
Não apenas nossa obsessão por macronutrientes é muito abrangente para ser útil, mas ela restringe alimentos errados e é difícil de manter. Eu não tenho uma “barra de granola saudável” para vender a você, então não tenho motivo para mascarar a verdade, que é que quase não existem barras de granola saudáveis.
A razão pela qual algumas pessoas têm uma dieta rica em alimentos processados e permanecem magras é a genética, assim como aquelas que têm uma dieta saudável e permanecem acima do peso. Essas pessoas são uma pequena parcela da população.
Setenta por cento dos americanos estão acima do peso, mas a dieta americana sugere que a genética desempenha um papel pequeno. Um estudo transversal representativo nacionalmente nos Estados Unidos, publicado em março de 2016, descobriu que “alimentos ultra processados compreendiam 57,9% da ingestão total de energia dos EUA.”59 De acordo com esses dados, eu arriscaria dizer que 20% dos americanos realmente têm predisposição genética para se manterem magros, e o restante de nós que está consumindo alimentos que causam ganho de peso está engordando como se esperava.
Dados como a análise sueca, o fato de a obesidade seguir a dieta ocidental como um cachorrinho e a constante correlação entre consumo de alimentos processados e obesidade tornam difícil não acreditar que os alimentos processados não estejam por trás de tudo isso. Dizer qualquer coisa que não seja “são os alimentos processados” dá às empresas de alimentos margem suficiente para projetar seus alimentos como parte de uma “dieta saudável”. É hora de parar com a loucura.
O fator determinante da qualidade dos alimentos é o grau de processamento. Os abacates são 82% de gordura e não te engordam. As frutas contêm açúcar e não te engordam. Você pode tornar um abacate mais engordativo transformando-o em guacamole com aditivos como sal e açúcar, mas não culpe o abacate. Você pode pedir um smoothie de frutas vermelhas em uma rede de restaurantes com adição de açúcar ou xarope, mas não culpe as frutas. Você pode encharcar uma salada saudável em molho de óleo de soja açucarado, mas não culpe a alface.
A razão pela qual miramos nas gorduras e carboidratos é porque existem alguns terríveis por aí que nos fazem engordar. Os alimentos a serem evitados existem exclusivamente em alimentos processados.
Diante das evidências apresentadas, fica claro que o aumento do consumo de alimentos processados desempenha um papel significativo no aumento das taxas de obesidade na Suécia. Ao destacar a relação direta entre alimentos processados e ganho de peso, podemos adotar uma abordagem mais consciente em relação à nossa alimentação e buscar opções mais saudáveis e menos processadas. É fundamental reconhecer a importância de uma dieta equilibrada e rica em alimentos não processados para manter uma boa saúde e prevenir doenças relacionadas à obesidade.
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Personal Trainer Camila Almeida.
Nutricionista Rodrigo Zanetti.
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O jejum intermitente é um padrão alimentar que circula entre os períodos de jejum e alimentação. Não especifica quais alimentos você deve comer, mas sim quando você deve comê-los.
Nesse sentido, não é uma dieta no sentido convencional, mas é descrita com mais precisão como um padrão alimentar.
Os métodos de jejum intermitente comuns envolvem jejuns diários de 16 horas ou jejum de 24 horas, duas vezes por semana.
O jejum tem sido uma prática em toda a evolução humana. Os antigos caçadores-coletores não tinham supermercados, geladeiras ou alimentos disponíveis o ano todo. Às vezes, eles não conseguiam encontrar nada para comer.
Como resultado, os humanos evoluíram para serem capazes de funcionar sem comida por longos períodos de tempo.
Na verdade, jejuar de vez em quando é mais natural do que sempre comer 3-4 (ou mais) refeições por dia.
O jejum também é feito frequentemente por razões religiosas ou espirituais, incluindo no islamismo, cristianismo, judaísmo e budismo.
O jejum intermitente é um padrão alimentar que circula entre os períodos de jejum e alimentação. Atualmente é muito popular na comunidade de saúde e fitness.
Existem várias maneiras diferentes de fazer o jejum intermitente – todas as quais envolvem dividir o dia ou a semana em períodos de alimentação e jejum.
Durante os períodos de jejum, você come muito pouco ou nada.
Estes são os métodos mais populares:
Ao reduzir a ingestão de calorias, todos esses métodos devem causar perda de peso, desde que você não compense comendo muito mais durante os períodos de alimentação.
Muitas pessoas consideram o método 16/8 o mais simples, sustentável e fácil de seguir. Também é o mais popular.
Existem várias maneiras de fazer o jejum intermitente. Todos eles dividem o dia ou a semana em períodos de alimentação e jejum.
Quando você faz jejum, várias coisas acontecem em seu corpo nos níveis celular e molecular. Por exemplo, seu corpo ajusta os níveis de hormônio para tornar a gordura corporal armazenada mais acessível. Suas células também iniciam importantes processos de reparo e alteram a expressão de genes.
Aqui estão algumas mudanças que ocorrem em seu corpo quando você jejua:
Essas mudanças nos níveis hormonais, na função celular e na expressão gênica são responsáveis pelos benefícios do jejum intermitente para a saúde.
Quando você faz jejum, os níveis do hormônio do crescimento humano aumentam e os níveis de insulina diminuem. As células do seu corpo também alteram a expressão de genes e iniciam processos importantes de reparo celular.
O emagrecimento é a razão mais comum para as pessoas tentarem o jejum intermitente. Ao fazer você comer menos refeições, o jejum intermitente pode levar a uma redução automática na ingestão de calorias .
Além disso, o jejum intermitente altera os níveis hormonais para facilitar a perda de peso.
Além de reduzir a insulina e aumentar os níveis do hormônio do crescimento, aumenta a liberação do hormônio queimador de gordura norepinefrina (noradrenalina).
Por causa dessas mudanças nos hormônios, o jejum de curto prazo pode aumentar sua taxa metabólica em 3,6-14%.
Ao ajudá-lo a comer menos e queimar mais calorias, o jejum intermitente causa perda de peso, alterando ambos os lados da equação calórica.
Estudos mostram que o jejum intermitente pode ser uma ferramenta muito poderosa para perder peso .
Um estudo de revisão de 2014 descobriu que esse padrão alimentar pode causar perda de peso de 3 a 8% ao longo de 3 a 24 semanas, o que é uma quantidade significativa, em comparação com a maioria dos estudos de perda de peso.
De acordo com o mesmo estudo, as pessoas também perderam de 4 a 7% da circunferência da cintura, indicando uma perda significativa de gordura abdominal prejudicial que se acumula ao redor de seus órgãos e causa doenças-.
Outro estudo mostrou que o jejum intermitente causa menos perda de músculo do que o método mais padrão de restrição calórica contínua.
No entanto, tenha em mente que a principal razão de seu sucesso é que o jejum intermitente ajuda você a comer menos calorias no geral. Se você comer compulsivamente e comer grandes quantidades durante os períodos de alimentação, poderá não perder peso algum.
O jejum intermitente pode aumentar ligeiramente o metabolismo, ajudando você a comer menos calorias. É uma forma muito eficaz de perder peso e gordura da barriga.
Muitos estudos foram feitos em jejum intermitente, tanto em animais quanto em humanos.
Esses estudos mostraram que ele pode ter benefícios poderosos para o controle de peso e para a saúde do corpo e do cérebro. Pode até ajudá-lo a viver mais .
Aqui estão os principais benefícios para a saúde do jejum intermitente:
Lembre-se de que a pesquisa ainda está em seus estágios iniciais. Muitos dos estudos foram pequenos, de curto prazo ou conduzidos em animais. Muitas perguntas ainda precisam ser respondidas em estudos humanos de alta qualidade.
O jejum intermitente pode trazer muitos benefícios para o corpo e o cérebro. Pode causar perda de peso e reduzir o risco de diabetes tipo 2, doenças cardíacas e câncer. Também pode ajudá-lo a viver mais.
Comer de forma saudável é simples, mas pode ser incrivelmente difícil de manter .
Um dos principais obstáculos é todo o trabalho necessário para planejar e preparar refeições saudáveis.
O jejum intermitente pode tornar as coisas mais fáceis, pois você não precisa planejar, cozinhar ou limpar depois de tantas refeições quanto antes.
Por esse motivo, o jejum intermitente é muito popular entre a multidão de hackers, pois melhora sua saúde e, ao mesmo tempo, simplifica sua vida.
Um dos principais benefícios do jejum intermitente é que ele simplifica a alimentação saudável. Há menos refeições que você precisa preparar, cozinhar e limpar depois.
O jejum intermitente certamente não é para todos.
Se você está abaixo do peso ou tem histórico de distúrbios alimentares, não deve jejuar sem antes consultar um profissional de saúde.
Nesses casos, pode ser totalmente prejudicial.
Há algumas evidências de que o jejum intermitente pode não ser tão benéfico para as mulheres quanto para os homens.
Por exemplo, um estudo mostrou que melhorou a sensibilidade à insulina nos homens, mas piorou o controle do açúcar no sangue nas mulheres.
Embora estudos humanos sobre este tópico não estejam disponíveis, estudos em ratos descobriram que o jejum intermitente pode tornar as ratas emaciadas, masculinizadas, inférteis e fazer com que elas percam os ciclos.
Há vários relatos anedóticos de mulheres cujo período menstrual parou quando começaram a fazer IF e voltou ao normal quando retomaram seu padrão alimentar anterior.
Por essas razões, as mulheres devem ter cuidado com o jejum intermitente.
Eles devem seguir orientações separadas , como facilitar a prática e parar imediatamente se tiverem problemas como amenorréia (ausência de menstruação).
Se você tem problemas de fertilidade e / ou está tentando engravidar, considere adiar o jejum intermitente por enquanto. Esse padrão alimentar provavelmente também é uma má ideia se você estiver grávida ou amamentando.
Pessoas que estão abaixo do peso ou com histórico de transtornos alimentares não devem jejuar. Também há evidências de que o jejum intermitente pode ser prejudicial para algumas mulheres.
A fome é o principal efeito colateral do jejum intermitente.
Você também pode se sentir fraco e seu cérebro pode não funcionar tão bem quanto está acostumado.
Isso pode ser apenas temporário, pois pode levar algum tempo para que seu corpo se adapte ao novo horário de refeições.
Se você tem um problema de saúde, deve consultar seu médico antes de tentar o jejum intermitente.
Isso é particularmente importante se você:
Dito isso, o jejum intermitente tem um perfil de segurança excelente. Não há nada de perigoso em não comer por um tempo se você estiver saudável e bem nutrido em geral.
O efeito colateral mais comum do jejum intermitente é a fome. Pessoas com certas condições médicas não devem jejuar sem antes consultar um médico.
Provavelmente, você já fez muitos jejuns intermitentes em sua vida. Se você já jantou, dormiu tarde e não comeu até o almoço do dia seguinte, provavelmente já jejuou por mais de 16 horas.
Algumas pessoas comem instintivamente assim. Eles simplesmente não sentem fome pela manhã.
Muitas pessoas consideram o método 16/8 a forma mais simples e sustentável de jejum intermitente – você pode querer tentar esta prática primeiro.
Se você achar que é fácil e se sentir bem durante o jejum, então tente passar para jejuns mais avançados, como jejuns de 24 horas 1–2 vezes por semana (comer-parar-comer) ou comer apenas 500–600 calorias 1–2 dias por semana (dieta 5: 2).
Outra abordagem é simplesmente jejuar sempre que for conveniente – simplesmente pule as refeições de vez em quando quando não estiver com fome ou não tiver tempo para cozinhar.
Não há necessidade de seguir um plano de jejum intermitente estruturado para obter pelo menos alguns dos benefícios.
Experimente as diferentes abordagens e encontre algo que você goste e se encaixe na sua programação.
Recomenda-se começar com o método 16/8, e talvez mais tarde passar para jejuns mais longos. É importante experimentar e encontrar um método que funcione para você.
O jejum intermitente não é algo que alguém DEVA fazer. É simplesmente uma das muitas estratégias de estilo de vida que podem melhorar sua saúde. Comer comida de verdade, fazer exercícios e cuidar do sono ainda são os fatores mais importantes nos quais devemos nos concentrar.
Se você não gosta da ideia de fazer jejum, pode ignorar este artigo com segurança e continuar a fazer o que funciona para você.
No final do dia, não existe uma solução única para todos quando se trata de nutrição. A melhor dieta para você é aquela que você pode seguir a longo prazo.
O jejum intermitente é ótimo para algumas pessoas, não para outras. A única maneira de descobrir a qual grupo você pertence é experimentando.
Se você se sente bem em jejum e acha que é uma forma sustentável de comer, pode ser uma ferramenta muito poderosa para perder peso e melhorar sua saúde.
Aqui estão as respostas para as perguntas mais comuns sobre o jejum intermitente
Sim. Água, café ,chá e qualquer outra bebida que não possuam calorias e carboidrato. importante ressaltar que nenhuma bebida deva conter açúcar. O café pode ser particularmente benéfico durante um jejum, pois pode diminuir a fome.
Sim, não há problema algum em deixar de tomar café da manhã ou fazer qualquer outra refeição se você estiver fazendo jejum intermitente.
Sim. No entanto, lembre-se de que alguns suplementos, como vitaminas solúveis em gordura, podem funcionar melhor quando tomados com as refeições.
Sim, treinos em jejum podem ser feitos. Algumas pessoas recomendam tomar aminoácidos de cadeia ramificada (BCAAs) antes de um treino em jejum.
Todos os métodos de perda de peso podem causar perda muscular, por isso é importante levantar peso (fazer musculação) e manter alta ingestão de proteínas. Um estudo mostrou que o jejum intermitente causa menos perda de músculo do que a restrição calórica regular.
Não. Estudos mostram que jejuns de curto prazo realmente aumentam o metabolismo. No entanto, jejuns mais longos de durante 3 ou mais dias podem desacelerar o metabolismo.
Permitir que seu filho jejue provavelmente é uma má ideia. Consulte um nutricionista ou médico para saber como montar a melhor dieta para seu filho.
Trazer novamente os hábitos saudáveis de alimentação perdidos durante a evolução da nutrição sem, é claro, perder todos os benefícios conquistados.
Ainda em desenvolvimento.
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Personal Trainer Camila Almeida.
Nutricionista Rodrigo Zanetti.
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A dieta cetogênica é uma dieta muito pobre em carboidratos e rica em gordura que compartilha muitas semelhanças com as dietas Atkins (Keto Diet) e com baixo teor de carboidratos .
Trata-se de reduzir drasticamente a ingestão de carboidratos e substituí-los por gordura. Essa redução nos carboidratos coloca seu corpo em um estado metabólico chamado cetose .
Quando isso acontece, seu corpo se torna incrivelmente eficiente na queima de gordura para obter energia. Ele também transforma a gordura em cetonas no fígado, que pode fornecer energia para o cérebro.
As dietas cetogênicas podem causar reduções significativas nos níveis de açúcar no sangue e de insulina. Isso, junto com o aumento de cetonas, tem alguns benefícios para a saúde.
A dieta ceto é uma dieta baixa em carboidratos e rica em gordura. Ele reduz o açúcar no sangue e os níveis de insulina e muda o metabolismo do corpo dos carboidratos para a gordura e as cetonas.
Existem várias versões da dieta cetogênica, incluindo:
No entanto, apenas as dietas cetogênicas padrão e de alta proteína foram estudadas extensivamente. Dietas cetogênicas cíclicas ou direcionadas são métodos mais avançados e usados principalmente por fisiculturistas ou atletas.
As informações neste artigo se aplicam principalmente à dieta cetogênica padrão (SKD), embora muitos dos mesmos princípios também se apliquem às outras versões.
Existem várias versões da dieta ceto. A versão padrão (SKD) é a mais pesquisada e a mais recomendada.
A cetose é um estado metabólico no qual seu corpo usa gordura como combustível em vez de carboidratos.
Ocorre quando você reduz significativamente o consumo de carboidratos, limitando o suprimento de glicose (açúcar) do corpo, que é a principal fonte de energia das células.
Seguir uma dieta cetogênica é a maneira mais eficaz de entrar na cetose. Geralmente, isso envolve limitar o consumo de carboidratos em cerca de 20 a 50 gramas por dia e encher-se de gorduras, como carne, peixe, ovos, nozes e óleos saudáveis.
Também é importante moderar o consumo de proteína. Isso ocorre porque a proteína pode ser convertida em glicose se consumida em grandes quantidades, o que pode retardar sua transição para cetose.
Praticar o jejum intermitente também pode ajudá-lo a entrar na cetose mais rapidamente. Existem muitas formas diferentes de jejum intermitente, mas o método mais comum envolve limitar o consumo de alimentos a cerca de 8 horas por dia e o jejum nas 16 horas restantes.
Testes de sangue, urina e respiração estão disponíveis, o que pode ajudar a determinar se você entrou em cetose medindo a quantidade de cetonas produzidas pelo seu corpo.
Certos sintomas também podem indicar que você entrou em cetose, incluindo aumento da sede, boca seca, micção frequente e diminuição da fome ou apetite.
A cetose é um estado metabólico em que seu corpo usa gordura como combustível em vez de carboidratos. Modificar sua dieta e praticar o jejum intermitente pode ajudá-lo a entrar em cetose mais rapidamente. Certos testes e sintomas também podem ajudar a determinar se você entrou em cetose.
Uma dieta cetogênica é uma forma eficaz de perder peso e reduzir os fatores de risco para doenças.
Na verdade, a pesquisa mostra que a dieta cetogênica pode ser tão eficaz para a perda de peso quanto uma dieta com baixo teor de gordura.
Além do mais, a dieta é tão satisfatória que você pode perder peso sem contar calorias ou controlar sua ingestão de alimentos.
Uma revisão de 13 estudos descobriu que, após uma dieta com baixo teor de carboidratos, a dieta cetogênica foi ligeiramente mais eficaz para a perda de peso a longo prazo do que uma dieta com baixo teor de gordura . As pessoas que seguiram a dieta cetônica perderam em média 2 libras (0,9 kg) a mais do que o grupo que seguiu uma dieta com baixo teor de gordura.
Além do mais, também levou a reduções na pressão arterial diastólica e nos níveis de triglicerídeos.
Outro estudo com 34 adultos mais velhos descobriu que aqueles que seguiram uma dieta cetogênica por 8 semanas perderam quase cinco vezes mais gordura corporal total do que aqueles que seguiram uma dieta com baixo teor de gordura.
O aumento das cetonas, a redução dos níveis de açúcar no sangue e a melhora da sensibilidade à insulina também podem desempenhar um papel fundamental.
Para obter mais detalhes sobre os efeitos da dieta cetogênica na perda de peso, leia este artigo .
Uma dieta cetogênica pode ajudá-lo a perder um pouco mais de peso do que uma dieta com baixo teor de gordura. Isso geralmente acontece com menos fome.
O diabetes é caracterizado por alterações no metabolismo, alto nível de açúcar no sangue e função prejudicada da insulina.
A dieta cetogênica pode ajudá-lo a perder o excesso de gordura, que está intimamente ligada ao diabetes tipo 2 , pré-diabetes e síndrome metabólica.
Um estudo mais antigo descobriu que a dieta cetogênica melhorou a sensibilidade à insulina em 75%.
Um pequeno estudo em mulheres com diabetes tipo 2 também descobriu que seguir uma dieta cetogênica por 90 dias reduziu significativamente os níveis de hemoglobina A1C, que é uma medida do controle de açúcar no sangue a longo prazo.
Outro estudo em 349 pessoas com diabetes tipo 2 descobriu que aqueles que seguiram uma dieta cetogênica perderam uma média de 26,2 libras (11,9 kg) em um período de 2 anos. Este é um benefício importante quando se considera a ligação entre peso e diabetes tipo 2.
Além do mais, eles também experimentaram uma melhoria no gerenciamento do açúcar no sangue, e o uso de certos medicamentos para o açúcar no sangue diminuiu entre os participantes ao longo do estudo.
Para obter mais informações, consulte este artigo sobre os benefícios das dietas com baixo teor de carboidratos para pessoas com diabetes.
A dieta cetogênica pode aumentar a sensibilidade à insulina e causar perda de gordura, levando a benefícios de saúde significativos para pessoas com diabetes tipo 2 ou pré-diabetes.
A dieta cetogênica, na verdade, se originou como uma ferramenta para o tratamento de doenças neurológicas como a epilepsia.
Estudos já mostraram que a dieta pode ter benefícios para uma ampla variedade de diferentes condições de saúde:
No entanto, lembre-se de que a pesquisa em muitas dessas áreas está longe de ser conclusiva.
Uma dieta cetogênica pode fornecer muitos benefícios à saúde, especialmente com doenças metabólicas, neurológicas ou relacionadas à insulina.
Qualquer alimento com alto teor de carboidratos deve ser limitado.
Aqui está uma lista de alimentos que precisam ser reduzidos ou eliminados em uma dieta cetogênica:
Evite alimentos à base de carboidratos, como grãos, açúcares, legumes, arroz, batata, doces, sucos e até mesmo a maioria das frutas.
Confira a lista de alimentos permitidos na dieta cetogênica:
É melhor basear sua dieta principalmente em alimentos integrais com um único ingrediente.
Baseie a maior parte de sua dieta em alimentos como carne, peixe, ovos, manteiga, nozes, óleos saudáveis, abacates e muitos vegetais com baixo teor de carboidratos.
Para ajudar você a começar, aqui está um exemplo de plano de refeições com dieta cetogênica por uma semana:
Café da manhã: 2 ovos e tomate;
Almoço: salada de frango com azeite, queijo ricota, azeitonas e uma salada;
Jantar: salmão com aspargos cozidos na manteiga;
Sempre tente alternar os vegetais e a carne a longo prazo, pois cada tipo fornece diferentes nutrientes e benefícios para a saúde.
Para toneladas de receitas, verifique estas 101 receitas saudáveis de baixo teor de carboidratos e esta lista de compras cetônicas .
Você pode comer uma grande variedade de refeições saborosas e nutritivas em uma dieta cetogênica. Nem tudo são carnes e gorduras. Os vegetais são uma parte importante da dieta.
Caso você fique com fome entre as refeições, aqui estão alguns lanches saudáveis e aprovados pela dieta cetogênica:
Ótimos lanches para uma dieta cetônica incluem pedaços de carne, queijo, azeitonas, ovos cozidos, nozes, vegetais crus e chocolate amargo.
Embora começar a fazer dieta cetogênica possa ser desafiador, há várias dicas e truques que você pode usar para torná-lo mais fácil.
Ler os rótulos dos alimentos, planejar suas refeições com antecedência e trazer seus próprios alimentos quando visitar a família e amigos pode tornar muito mais fácil manter a dieta cetogênica.
Muitas refeições em restaurantes podem ser feitas de acordo com a dieta cetônica.
A maioria dos restaurantes oferece algum tipo de prato à base de carne ou peixe. Peça isso e substitua qualquer alimento rico em carboidratos por vegetais extras.
Refeições à base de ovo também são uma ótima opção, como omelete ou ovos com bacon.
Outro favorito são os hambúrgueres sem pão . Você também pode trocar as batatas fritas por vegetais. Adicione mais abacate, queijo, bacon ou ovos.
Nos restaurantes mexicanos, você pode saborear qualquer tipo de carne com queijo extra, guacamole, salsa e creme de leite.
Para a sobremesa, peça uma tábua de queijos ou frutas vermelhas com creme sem açúcar.
Ao comer fora, escolha um prato à base de carne, peixe ou ovo. Peça vegetais extras em vez de carboidratos ou amidos e coma queijo como sobremesa.
Embora a dieta cetogênica geralmente seja segura para a maioria das pessoas saudáveis, podem ocorrer alguns efeitos colaterais iniciais enquanto seu corpo se adapta.
Existem algumas evidências desses efeitos, muitas vezes referidas como gripe cetogênica. Com base em relatos de alguns sobre o plano alimentar, geralmente acaba em alguns dias.
Os sintomas da gripe cetogênica relatados incluem diarreia, prisão de ventre e vômitos. Outros sintomas menos comuns incluem:
Para minimizar isso, você pode tentar uma dieta baixa em carboidratos regular nas primeiras semanas. Isso pode ensinar seu corpo a queimar mais gordura antes de eliminar completamente os carboidratos.
Uma dieta cetogênica também pode alterar o equilíbrio de água e minerais de seu corpo, portanto, adicionar sal extra às refeições ou tomar suplementos minerais pode ajudar.
SEMPRE converse com seu médico ou nutricionista sobre suas necessidades nutricionais.
Pelo menos no início, é importante comer até ficar satisfeito e evitar restringir muito as calorias. Normalmente, uma dieta cetogênica causa perda de peso sem restrição calórica intencional.
Muitos dos efeitos colaterais de iniciar uma dieta cetogênica podem ser limitados. Entrar na dieta e tomar suplementos minerais pode ajudar.
Manter a dieta cetônica a longo prazo pode ter alguns efeitos negativos incluindo:
Existem alguns efeitos colaterais da dieta cetônica sobre os quais você deve falar com seu médico se planeja manter a dieta por um longo prazo.
Aqui estão guias visuais mais detalhados sobre a quantidade de carboidratos nos alimentos comuns. Confira!






Aqui estão as respostas para algumas das perguntas mais comuns sobre a dieta cetogênica.
Sim. No entanto, é importante reduzir significativamente o consumo de carboidratos inicialmente. Após os primeiros 2 a 3 meses, você pode ingerir carboidratos em ocasiões especiais – basta retornar à dieta imediatamente após.
Existe o risco de perder alguns músculos em qualquer dieta. No entanto, a ingestão de proteínas e altos níveis de cetona podem ajudar a minimizar a perda muscular, especialmente se você levantar pesos.
Sim, mas pode não funcionar tão bem quanto em uma dieta moderada em carboidratos. Para obter mais detalhes sobre dietas com baixo teor de carboidratos ou ceto e desempenho nos exercícios, converse com o nutricionista.
A proteína deve ser moderada, pois uma ingestão muito alta pode aumentar os níveis de insulina e reduzir as cetonas. Cerca de 35% da ingestão total de calorias é provavelmente o limite superior.
Você pode não estar em cetose total ou utilizando gorduras e cetonas de forma eficiente. Para combater isso, diminua o consumo de carboidratos e reveja os pontos acima. Converse com o nutricionista para saber qual suplemento você poderá consumir.
Não se assuste. Isso é simplesmente devido à excreção de subprodutos criados durante a cetose.
Este é um efeito colateral comum. Experimente beber água com sabor natural ou mascar chicletes sem açúcar.
As pessoas costumam confundir cetose com cetoacidose . A cetoacidose é perigosa, mas a cetose em uma dieta cetogênica geralmente é adequada para pessoas saudáveis. Fale com seu médico antes de iniciar qualquer nova dieta.
Este efeito secundário comum geralmente passa após 3 a 4 semanas. Se persistir, tente comer mais vegetais ricos em fibras.
Uma dieta cetogênica pode ser ótima para pessoas que:
Pode ser menos adequado para atletas de elite ou aquelas pessoas que estão em busca da hipertrofia muscular (ganho de músculos).
Também pode não ser sustentável para o estilo de vida e preferências de algumas pessoas.
SEMPRE converse com seu médico ou nutricionista sobre seu plano alimentar e metas para decidir se um plano alimentar cetônico é adequado para você.
Trazer novamente os hábitos saudáveis de alimentação perdidos durante a evolução da nutrição sem, é claro, perder todos os benefícios conquistados.
Quer emagrecer? Entenda a guerra dos macronutrientes
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A inflamação não é uma coisa ruim que acontece conosco. É a resposta do nosso corpo a algo ruim que já aconteceu, como infecção ou lesão. É a maneira do corpo lutar contra invasores ou curar tecido danificado. Quando você torce o tornozelo, o fluxo sanguíneo para o tornozelo aumenta à medida que os glóbulos brancos e outras células imunes correm para reparar o dano, fazendo com que incha.
Problemas autoimunes (como alergias) causam inflamação porque o corpo acha que precisa atacar algo que não precisa ser atacado. É o seu corpo se atacando.
A obesidade é uma doença inflamatória. Esta é uma observação científica básica: pessoas com sobrepeso mostram consistentemente níveis mais elevados de inflamação sistêmica.
Isso ajuda explicar o aumento casos de diabetes, doenças cardíacas e muitas outras doenças crônicas nas pessoas obesas (muito acima do peso).
A inflamação causa obesidade ou o contrário? Inflamação e obesidade alimentam uns aos outros, então não é uma questão de qual vem primeiro; é uma questão de como quebrar o ciclo.
A inflamação sustenta o ciclo. Interfere com sinais de leptina (o hormônio secretado pelas células de gordura para sinalizar plenitude ao cérebro), o que diminui a resposta da saciedade da alimentação.
Na maioria das pessoas com sobrepeso e obesidade, os níveis de leptina no sangue permanecem altos, e ainda assim a mensagem “estou cheio” não chega. Isso é chamado de resistência à leptina, e tem sido um ponto focal fundamental para os pesquisadores de obesidade nos últimos 10 a 20 anos.
Os cientistas descobriram que “os níveis plasmológicos de leptina e marcadores inflamatórios estão correlacionados”, e “a produção de leptina é aumentada agudamente durante a infecção e inflamação”.
Trata-se de uma grande greve contra alimentos processados, que contêm ingredientes inflamatórios na forma de sabores adicionados, cores, gorduras, emulsificantes, adoçantes e conservantes.
Um estudo de 2015 descobriu que os emulsificantes estão ligados à obesidade e doença intestinal alterando bactérias intestinais e causando inflamação em camundongos. Gorduras trans foram ligadas à inflamação sistêmica em mulheres. Estudos de coloração alimentar mostraram que eles são tóxicos para os animais.
Cerca de uma dúzia de misturas químicas de corante alimentar já foram proibidas pela FDA por causa de sua toxicidade. Isso não te faz pensar se os corantes usados atualmente são seguros?!
Os ácidos graxos Ômega 6 mais comumente existem como vários óleos vegetais (como óleo de soja) em alimentos processados, e muitos ácidos graxos ômega 6 em relação aos ácidos graxos ômega 3 estão ligados à inflamação e uma série de outras doenças.
O glutamato monossódico (MSG), um melhorador de sabor comumente encontrado em batatas fritas de saquinho, bolachas, biscoitos e comidas de restaurante, causa inflamação significativa em ratos.
Como todos sabemos, a quantidade excessiva de açúcar em alimentos processados também causa inflamação. Altas quantidades de açúcar na dieta é extremamente prejudicial.
O mesmo vale para carboidratos refinados como pão branco, pizza, pães de hambúrguer e a maioria dos cereais, que são rapidamente transformados em glicose e enviados para a corrente sanguínea. O problema com os grãos refinados é mais uma vez o processamento, que basicamente tira a vida e a maioria dos nutrientes importantes dos alimentos.
O alimento refinado é “quebrado”, tornando-o mais como uma injeção de glicose do que algo que você precisa digerir.
Em um único alimento processado, é provável que haja múltiplas inflamações causadas por esses ingredientes. Tome cuidado e não se deixe levar somente pelas informações nutricionais dos alimentos ultra processados. Há muitas evidências e estudos de que essas as substâncias utilizadas em alimentos ultra processados são realmente tóxicas para nós.
A inflamação crônica que os alimentos processados causam pode não nos derrubar instantaneamente, mas com certeza irá engordar você.
Alimentos processados também são duplamente ruins. Quando trocamos frutas e vegetais (não processados) pelos processados, perdemos os compostos anti-inflamatórios que existem nesses alimentos naturais. O prejuízo é duplo!
Quando você escolhe comer aquela barra de chocolate com sabores artificiais, cores e emulsificantes em vez de uma manga deliciosa, não só você consumiu vários ingredientes inflamatórios, como perdeu compostos anti-inflamatórios poderosos.
Alimentos naturais e integrais estão cheios de micronutrientes biodisponíveis que permitem que todo o corpo funcione melhor. O problema é que quanto mais processado é o alimento, mais ele perde esses micronutrientes.
Será que você pode substituir os alimentos naturais por um polivitaminico!? Isso poderia ajudar a substituir alguns dos nutrientes que faltam de uma dieta rica em frutas e vegetais, certo?! ERRADO!
Muitas vitaminas que você compra em farmácias são sintéticas e não derivadas de alimentos. Isso não é automaticamente ruim, mas levanta questões adicionais sobre sua qualidade e adequação.
Compare uma bebida qualquer que é alterada artificialmente com mais vitamina C com a ingestão de uma laranja.
Mesmo que, pelo bem do argumento, você consiga absorver a vitamina C da bebida ou de um polivitaminico, você ainda está perdendo os flavonoides, enzimas e minerais que você obteria de uma laranja de verdade. Você também está perdendo a sinergia!
Quando você remove uma parte de vitamina de toda a forma de alimento, você recebe pedaços fracionados do todo, mas isso tem consequências. Eu corpo foi feito para consumir alimentos em sua forma INTEGRAL, porque todas as vitaminas, minerais, antioxidantes e enzimas juntos trabalham sinergicamente para dar ao seu corpo a nutrição necessária para uma saúde ideal.
Seu corpo absorve apenas uma pequena porcentagem de uma forma isolada de vitamina e/ou mineral, e utiliza ainda menos, de modo que a biodisponibilidade é muito afetada. Você tem a melhor biodisponibilidade em forma de alimento integral.
A maioria das frutas e vegetais consiste em mais de 80% de água, e muitas delas são mais de 90% de água (pepinos, tomates, melancia, morangos, brócolis, alface, etc.).
Devido ao seu teor de água, frutas e legumes são volumosos, recheios e baixa caloria.
Em contrapartida, muitos alimentos processados têm o perfil oposto de uma fruta ou vegetal, sendo alguns menos de 10% de água. Menos teor de água nos alimentos significa que é menos recheio e menos hidratante.
Se o seu objetivo é consumir mais calorias e ganhar peso, então alimentos processados é a resposta. Caso contrário, alimentos integrais são a maneira de perder peso.
No próximo artigo vamos falar sobre um estudo feito na Suécia analisando o aumento do consumo de alimentos processados.
Em criação, aguarde.
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Uma dieta baixa em carboidratos é aquela que limita os carboidratos, encontrados principalmente em alimentos açucarados, massas e pães. Em vez de comer carboidratos, você come alimentos integrais, incluindo proteínas naturais, gorduras e vegetais.
Estudos mostram que dietas com baixo teor de carboidratos podem resultar em perda de peso e melhores indicadores de saúde.
Essas dietas são de uso comum há décadas e são recomendadas por muitos médicos e nutricionistas. Melhor ainda, geralmente não há necessidade de contar calorias ou usar produtos especiais. Tudo o que você precisa fazer é comer alimentos integrais que contribuam para uma dieta completa, nutritiva e satisfatória.
Saiba mais sobre baixo teor de carboidratos e como usá-lo para seus objetivos pessoais aqui.
Uma dieta baixa em carboidratos significa que você come menos carboidratos e uma maior proporção de gordura (com quantidades adequadas de proteína também). Isso também pode ser chamado de uma low-carb, dieta rica em gordura (LCHF) ou uma dieta ceto. No entanto, nem todas as dietas com baixo teor de carboidratos resultam em cetose.
Por décadas, fomos informados de que a gordura é prejudicial à saúde. Enquanto isso, produtos “diet” com baixo teor de gordura, geralmente cheios de açúcar, inundaram as prateleiras dos supermercados. Este provavelmente foi um grande erro, que coincidiu com o início da epidemia de obesidade. Embora isso não prove a causa, está claro que a mensagem de baixo teor de gordura não impediu o aumento da obesidade e é possível que tenha contribuído.
Estudos agora mostram que não há razão para temer as gorduras naturais. Em vez disso, em uma dieta baixa em carboidratos, a gordura é sua amiga. Simplesmente minimize a ingestão de açúcar e amidos, certifique-se de que está ingerindo proteínas adequadas e consiga comer toda a gordura necessária para se sentir satisfeito.
Quando você evita açúcar e amidos, o açúcar no sangue tende a se estabilizar e os níveis do hormônio que armazena gordura, a insulina, caem.8 Isso ajuda a aumentar a queima de gordura e pode fazer você se sentir mais saciado, reduzindo naturalmente a ingestão de alimentos e promovendo a perda de peso.
Estudos mostram que uma dieta baixa em carboidratos pode facilitar a perda de peso e o controle do açúcar no sangue, entre outros benefícios .
Coma: Carne, peixe, ovos, vegetais que crescem acima do solo e gorduras naturais (como manteiga).
Evite: Açúcar e alimentos ricos em amido (como pão, macarrão, arroz, feijão e batata).
Coma quando estiver com fome e pare quando estiver satisfeito. Pode ser assim tão simples. Você não precisa contar calorias ou pesar sua comida. Você não precisa de produtos com baixo teor de gordura
Abaixo estão alguns exemplos do que você pode comer, como alternativa, confira nossas mais de 1000 receitas com baixo teor de carboidratos .
A maioria das pessoas pode iniciar com segurança uma dieta baixa em carboidratos. Mas, nessas três situações, você pode precisar de alguma preparação ou adaptação:
Se você não está em nenhum desses grupos e não tem outras condições médicas crônicas graves, você está pronto para ir! Você pode ler mais em nosso post sobre contraindicações para dietas cetônicas.
IMPORTANTE
Embora uma dieta baixa em carboidratos tenha muitos benefícios comprovados, ainda é controversa. O principal perigo potencial diz respeito a medicamentos, especialmente para diabetes, onde as doses podem precisar ser adaptadas (veja acima).
Discuta quaisquer mudanças na medicação e mudanças relevantes no estilo de vida com seu médico e nutricionista. Isenção de responsabilidade completa.
Este guia foi escrito para adultos com problemas de saúde, incluindo obesidade, que poderiam se beneficiar de uma dieta baixa em carboidratos.
Tópicos controversos relacionados a uma dieta baixa em carboidratos, e nossa opinião sobre eles, incluem gorduras saturadas, colesterol, grãos inteiros, carne vermelha e restrição de calorias para perda de peso.
Nesta seção, você vai aprender exatamente o que comer com baixo teor de carboidratos.
Se preferir guias visuais, listas de alimentos detalhadas, receitas deliciosas ou um simples guia de primeiros passos, entre em contato que vamos te ajudar.
Vamos começar com um guia visual rápido para baixo teor de carboidratos. Aqui estão os grupos de alimentos básicos com baixo teor de carboidratos que você pode comer o quanto quiser, até ficar satisfeito:
Os números acima são gramas de carboidratos digeríveis por 100 gramas. A fibra não é contada, você pode comer toda a fibra que quiser.
Todos os alimentos acima têm menos de 5% de carboidratos. Focar nesses alimentos tornará relativamente fácil manter uma dieta moderada de baixo teor de carboidratos (menos de 50 gramas de carboidratos líquidos por dia) ou mesmo uma dieta estrita de baixo teor de carboidratos, com menos de 20 gramas de carboidratos líquidos por dia.
Aqui está o que você não deve comer com baixo teor de carboidratos – alimentos ricos em açúcar e amido. Esses alimentos são muito mais ricos em carboidratos.
Os números são gramas de carboidratos digestíveis por 100 gramas, a menos que indicado de outra forma.
Quais bebidas são boas em uma dieta baixa em carboidratos? A água é perfeita, assim como o café ou o chá. De preferência, não use adoçantes. Uma pequena quantidade de leite ou creme pode ser adicionado no café ou chá (mas cuidado com o café com leite.
Um copo de vinho ocasional também é bom.
Aqui estão guias visuais mais detalhados sobre a quantidade de carboidratos nos alimentos comuns. Um item alimentar específico tem baixo ou alto teor de carboidratos? Confira!






A dieta Low carb promete um emagrecimento rápido reduzindo, significativamente, o consumo de carboidrato. Ela é caracterizada pela ingestão de alimentos ricos do ponto de vista nutricional, mas com baixo teor de carboidratos. Confira o guia visual para entender melhor.
Um alimento é considerado low carb quando ele possui baixo teor de carboidrato. Abaixo estão alguns exemplos de alimentos e bebidas Low Carb:
Para iniciar uma dieta low carb você deve levar em consideração suas necessidades diárias, condições médicas, alimentos que podem ou não ser ingeridos, objetivos, etc. Por isso sempre recomendamos que você procure um nutricionista antes de começar uma dieta low carb.
Seguem abaixo algumas frutas que você pode ingerir em uma dieta low carb:
Trazer novamente os hábitos saudáveis de alimentação perdidos durante a evolução da nutrição sem, é claro, perder todos os benefícios conquistados.
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Personal Trainer Camila Almeida.
Nutricionista Rodrigo Zanetti.
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Você pode ter ouvido o termo “sacarose” em um ponto ou outro – mas o que é isso, realmente? Embora possa soar excessivamente técnico ou mesmo artificial, sacarose é simplesmente o nome químico do açúcar, o carboidrato simples que conhecemos e amamos e que é produzido naturalmente em todas as plantas, incluindo frutas, vegetais e até nozes.
O açúcar é um termo genérico para carboidratos cristalizados comestíveis, principalmente sacarose, lactose e frutose. Especificamente, monossacarídeos e oligossacarídeos pequenos. A sua principal característica é o sabor adocicado. Em culinária, quando se fala em “açúcares”, costumam se excluir os polióis da definição de açúcar, restando todos os monossacarídeos e dissacarídeos. No singular, açúcar costuma se referir à sacarose, identificando outros açúcares por seus nomes específicos (glicose, frutose etc).
Hoje em dia, devido a industrialização dos alimentos, o açúcar pode ser encontrado nos alimentos mais inesperados e sem perceber você pode estar ingerindo uma quantidade diária gigantesca de açúcares.
Muitas pessoas dependem de alimentos processados rápidos para refeições e lanches. Como esses produtos geralmente recebem a adição de açúcar, sem você se dar conta, eles constituem uma grande parte de sua ingestão calórica diária.
Nos EUA, por exemplo,, os açúcares adicionados correspondem por até 17% da ingestão total de calorias de adultos e até 14% para crianças. Isso é muita coisa, pois as recomendações nutricionais diárias sugerem limitar as calorias do açúcar a menos de 10% por dia.
Os especialistas acreditam que o consumo de açúcar é uma das principais causas da obesidade e de muitas outras doenças crônicas, como o diabetes tipo 2.
Aqui estão 11 razões pelas quais comer muito açúcar faz mal à saúde.
As taxas de obesidade estão aumentando em todo o mundo e o açúcar adicionado, especialmente em bebidas adoçadas com açúcar, é considerado um dos principais culpados.
Bebidas adoçadas com açúcar, como refrigerantes, sucos e chás doces, são carregadas com frutose, um tipo de açúcar simples.
O consumo de frutose aumenta sua fome e desejo por comida mais do que glicose, o principal tipo de açúcar encontrado em alimentos ricos em amido.
Além disso, o consumo excessivo de frutose pode causar resistência à leptina , um hormônio importante que regula a fome e diz a seu corpo para parar de comer.
Em outras palavras, as bebidas açucaradas não inibem a fome, tornando mais fácil consumir rapidamente um grande número de calorias líquidas. Isso pode levar ao ganho de peso.
A pesquisa tem mostrado consistentemente que as pessoas que bebem bebidas açucaradas, como refrigerantes e sucos, pesam mais do que as pessoas que não bebem.
Além disso, beber muitas bebidas adoçadas com açúcar está relacionado a um aumento na quantidade de gordura visceral, um tipo de gordura abdominal profunda associada a condições como diabetes e doenças cardíacas.
Consumir muito açúcar adicionado, especialmente de bebidas açucaradas, aumenta o risco de ganho de peso e pode levar ao acúmulo de gordura visceral.
As dietas ricas em açúcar têm sido associadas a um aumento no risco de muitas doenças, incluindo doenças cardíacas, a principal causa de morte em todo o mundo.
As evidências sugerem que as dietas ricas em açúcar podem levar à obesidade, inflamação e níveis elevados de triglicérides, açúcar no sangue e níveis de pressão arterial – todos fatores de risco para doenças cardíacas.
Além disso, consumir muito açúcar, especialmente de bebidas adoçadas com açúcar, tem sido associado à aterosclerose, uma doença caracterizada por depósitos de gordura e entupimento das artérias.
Um estudo com mais de 30.000 pessoas descobriu que aqueles que consumiam 17-21% das calorias do açúcar adicionado tinham um risco 38% maior de morrer de doença cardíaca, em comparação com aqueles que consumiam apenas 8% das calorias do açúcar adicionado.
Para você ter ideia, apenas uma lata de refrigerante de 473 ml contém 52 gramas de açúcar, o que equivale a mais de 10% do seu consumo diário de calorias, com base em uma dieta de 2.000 calorias.
Isso significa que uma bebida açucarada por dia já pode colocá-lo acima do limite diário recomendado para adição de açúcar.
Consumir muito açúcar adicionado aumenta os fatores de risco de doenças cardíacas, como obesidade, pressão alta e inflamação. As dietas ricas em açúcar têm sido associadas a um risco aumentado de morte por doenças cardíacas.
Uma dieta rica em carboidratos refinados, incluindo alimentos e bebidas açucarados, foi associada a um risco maior de desenvolver acne .
Alimentos com alto índice glicêmico, como doces processados, aumentam o açúcar no sangue mais rapidamente do que alimentos com índice glicêmico mais baixo.
Alimentos açucarados aumentam rapidamente os níveis de açúcar no sangue e insulina, causando aumento da secreção de andrógenos, produção de óleo e inflamação, todos os quais desempenham um papel no desenvolvimento da acne.
Estudos demonstraram que as dietas de baixo índice glicêmico estão associadas a um risco reduzido de acne, enquanto as dietas de alto índice glicêmico estão associadas a um risco maior.
Por exemplo, um estudo com 2.300 adolescentes demonstrou que aqueles que consumiam frequentemente açúcar adicionado tinham um risco 30% maior de desenvolver acne.
Além disso, muitos estudos populacionais mostraram que as comunidades rurais que consomem alimentos tradicionais não processados têm taxas quase inexistentes de acne, em comparação com áreas mais urbanas e de alta renda.
Essas descobertas coincidem com a teoria de que dietas ricas em alimentos processados e ricos em açúcar contribuem para o desenvolvimento da acne.
As dietas ricas em açúcar podem aumentar a secreção de androgênio, a produção de óleo e a inflamação, fatores que podem aumentar o risco de desenvolver acne.
A prevalência mundial de diabetes mais do que dobrou nos últimos 30 anos.
Embora haja muitas razões para isso, há uma ligação clara entre o consumo excessivo de açúcar e o risco de diabetes.
A obesidade, que geralmente é causada pelo consumo de muito açúcar, é considerada o fator de risco mais forte para diabetes.
Além disso, o consumo prolongado de alto teor de açúcar aumenta a resistência à insulina, um hormônio produzido pelo pâncreas que regula os níveis de açúcar no sangue.
A resistência à insulina faz com que os níveis de açúcar no sangue aumentem e aumenta fortemente o risco de diabetes.
Um estudo populacional envolvendo mais de 175 países descobriu que o risco de desenvolver diabetes aumentou 1,1% para cada 150 calorias de açúcar, ou cerca de uma lata de refrigerante, consumida por dia.
Outros estudos também mostraram que pessoas que bebem bebidas adoçadas com açúcar, incluindo suco de frutas, têm maior probabilidade de desenvolver diabetes.
Uma dieta rica em açúcar pode causar obesidade e resistência à insulina, fatores de risco para diabetes tipo 2.
Comer quantidades excessivas de açúcar pode aumentar o risco de desenvolver certos tipos de câncer.
Primeiro, uma dieta rica em alimentos e bebidas açucaradas pode levar à obesidade, o que aumenta significativamente o risco de câncer.
Além disso, as dietas ricas em açúcar aumentam a inflamação em seu corpo e podem causar resistência à insulina, os quais aumentam o risco de câncer.
Um estudo com mais de 430.000 pessoas descobriu que o consumo de açúcar adicionado foi positivamente associado a um risco aumentado de câncer de esôfago, câncer de pleura e câncer de intestino delgado.
Outro estudo mostrou que mulheres que consumiam pães doces e biscoitos mais de três vezes por semana tinham 1,42 vezes mais probabilidade de desenvolver câncer de endométrio do que mulheres que consumiam esses alimentos menos de 0,5 vezes por semana.
A pesquisa sobre a ligação entre a ingestão de açúcar adicionado e o câncer está em andamento, e mais estudos são necessários para compreender totalmente essa relação complexa.
Muito açúcar pode levar à obesidade, resistência à insulina e inflamação, fatores de risco para o câncer.
Embora uma dieta saudável possa ajudar a melhorar seu humor , uma dieta rica em açúcar adicionado e alimentos processados pode aumentar suas chances de desenvolver depressão.
Consumir muitos alimentos processados, incluindo produtos com alto teor de açúcar, como bolos e bebidas açucaradas, foi associado a um maior risco de depressão.
Os pesquisadores acreditam que as oscilações de açúcar no sangue, a desregulação do neurotransmissor e a inflamação podem ser razões para o impacto prejudicial do açúcar na saúde mental.
Um estudo que acompanhou 8.000 pessoas por 22 anos mostrou que homens que consumiam 67 gramas ou mais de açúcar por dia eram 23% mais propensos a desenvolver depressão do que homens que comiam menos de 40 gramas por dia,.
Outro estudo com mais de 69.000 mulheres demonstrou que aquelas com maior ingestão de açúcares adicionados tinham um risco significativamente maior de depressão, em comparação com aquelas com menor ingestão.
Uma dieta rica em açúcar adicionado e alimentos processados pode aumentar o risco de depressão em homens e mulheres.
As rugas são um sinal natural de envelhecimento. Eles aparecem eventualmente, independentemente da sua saúde.
No entanto, escolhas alimentares inadequadas podem piorar as rugas e acelerar o processo de envelhecimento da pele.
Os produtos finais de glicação avançada (AGEs) são compostos formados por reações entre o açúcar e a proteína em seu corpo. Eles são suspeitos de desempenhar um papel fundamental no envelhecimento da pele.
Consumir uma dieta rica em carboidratos refinados e açúcar leva à produção de AGEs, o que pode fazer com que sua pele envelheça prematuramente.
Os AGEs danificam o colágeno e a elastina, proteínas que ajudam a pele a esticar e manter sua aparência jovem .
Quando o colágeno e a elastina são danificados, a pele perde sua firmeza e começa a fluir.
Em um estudo, as mulheres que consumiram mais carboidratos, incluindo açúcares adicionados, tinham uma aparência mais enrugada do que as mulheres em uma dieta rica em proteínas e com baixo teor de carboidratos.
Os pesquisadores concluíram que uma menor ingestão de carboidratos foi associada a uma melhor aparência de envelhecimento da pele.
Alimentos açucarados podem aumentar a produção de AGEs, que podem acelerar o envelhecimento da pele e a formação de rugas.
Telômeros são estruturas encontradas no final dos cromossomos, que são moléculas que contêm parte ou toda a sua informação genética.
Os telômeros atuam como capas protetoras, evitando que os cromossomos se deteriorem ou se fundam.
Conforme você envelhece, os telômeros encurtam naturalmente, o que faz com que as células envelheçam e funcionem mal.
Embora o encurtamento dos telômeros seja uma parte normal do envelhecimento, escolhas de estilo de vida pouco saudáveis podem acelerar o processo.
O consumo de grandes quantidades de açúcar demonstrou acelerar o encurtamento dos telômeros, o que aumenta o envelhecimento celular.
Um estudo com 5.309 adultos mostrou que o consumo regular de bebidas adoçadas com açúcar foi associado a um menor comprimento dos telômeros e envelhecimento celular prematuro.
Na verdade, cada porção diária de 20 onças (591 ml) de refrigerante adoçado com açúcar equivale a 4,6 anos adicionais de envelhecimento, independentemente de outras variáveis .
Comer muito açúcar pode acelerar o encurtamento dos telômeros, o que aumenta o envelhecimento celular.
Alimentos com alto teor de açúcar aumentam rapidamente os níveis de açúcar no sangue e insulina, levando a um aumento de energia.
No entanto, esse aumento nos níveis de energia é passageiro.
Produtos que são carregados com açúcar, mas com falta de proteína, fibra ou gordura levam a um breve aumento de energia que é rapidamente seguido por uma queda acentuada no açúcar no sangue, muitas vezes referida como uma queda.
Ter oscilações constantes de açúcar no sangue pode levar a grandes flutuações nos níveis de energia.
Para evitar esse ciclo de drenagem de energia , escolha fontes de carboidratos com baixo teor de açúcar adicionado e ricas em fibras.
Combinar carboidratos com proteína ou gordura é outra ótima maneira de manter estáveis os níveis de açúcar no sangue e de energia .
Por exemplo, comer uma maçã com um punhado de amêndoas é um excelente lanche para níveis de energia prolongados e consistentes.
Alimentos com alto teor de açúcar podem impactar negativamente seus níveis de energia, causando um aumento no açúcar no sangue seguido por uma queda.
Uma alta ingestão de frutose tem sido consistentemente associada a um aumento do risco de fígado gorduroso .
Ao contrário da glicose e de outros tipos de açúcar, que são absorvidos por muitas células do corpo, a frutose é decomposta quase exclusivamente pelo fígado.
No fígado, a frutose é convertida em energia ou armazenada como glicogênio.
No entanto, o fígado só pode armazenar uma determinada quantidade de glicogênio antes que o excesso se transforme em gordura.
Grandes quantidades de açúcar adicionado na forma de frutose sobrecarregam seu fígado, levando à doença hepática gordurosa não alcoólica (NAFLD), uma condição caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura no fígado.
Um estudo com mais de 5.900 adultos mostrou que pessoas que bebiam bebidas adoçadas com açúcar diariamente tinham um risco 56% maior de desenvolver NAFLD, em comparação com pessoas que não o faziam.
Comer muito açúcar pode causar NAFLD, uma condição na qual o excesso de gordura se acumula no fígado.
Além dos riscos listados acima, o açúcar pode prejudicar seu corpo de inúmeras outras maneiras.
Pesquisas apontam que o excesso de açúcar pode:
Aumentar o risco de doença renal: níveis consistentemente elevados de açúcar no sangue podem causar danos aos delicados vasos sanguíneos dos rins. Isso pode levar a um aumento do risco de doença renal.
Impacto negativo na saúde bucal: Comer muito açúcar pode causar cáries . As bactérias em sua boca se alimentam de açúcar e liberam subprodutos ácidos, que causam a desmineralização dos dentes.
Aumenta o risco de desenvolver gota: a gota é uma doença inflamatória caracterizada por dor nas articulações. Os açúcares adicionados aumentam os níveis de ácido úrico no sangue, aumentando o risco de desenvolver ou agravar a gota.
Acelere o declínio cognitivo: dietas com alto teor de açúcar podem levar ao comprometimento da memória e têm sido associadas a um risco aumentado de demência.
Várias pesquisas sobre o impacto do açúcar excessivo na dieta estão em andamento, e novas descobertas estão sendo feitas constantemente.
Consumir muito açúcar pode piorar o declínio cognitivo, aumentar o risco de gota, prejudicar os rins e causar cáries.
O excesso de açúcar adicionado tem muitos efeitos negativos para a saúde.
Embora consumir pequenas quantidades de vez em quando seja perfeitamente saudável, você deve tentar reduzir o açúcar sempre que possível.
Felizmente, o simples fato de se concentrar em comer alimentos inteiros e não processados diminui automaticamente a quantidade de açúcar em sua dieta.
Aqui estão algumas dicas sobre como reduzir a ingestão de açúcares adicionados:
Além disso, manter um diário alimentar é uma excelente maneira de se tornar mais ciente das principais fontes de açúcar em sua dieta.
A melhor maneira de limitar a ingestão de açúcar adicionado é preparar suas próprias refeições, de forma saudável em casa e evitar comprar alimentos e bebidas com alto teor de açúcar (ultraprocessados).
Concentrar-se no preparo de refeições saudáveis e limitar a ingestão de alimentos que contenham adoçantes pode ajudá-lo a reduzir a quantidade de açúcar na dieta.
O açúcar mais saudável é o orgânico. Evite o açúcar refinado ou ultraprocessado e se possível adoce seus alimentos com mel ou outros alimentos mais naturais. O açúcar masco também é uma ótima opção.
O consumo excessivo de açúcar está associado com diversos problemas de saúde como:
O alto consumo de açúcares pode tornar o seu corpo resistente à insulina, que controla a entrada de açúcar nas células. Se a produção de insulina for insuficiente, o açúcar acaba ficando na corrente sanguínea, causando uma série de complicações. Entre elas, o risco de se desenvolver a diabetes.
Vários estudos apontam que o consumo excessivo de açúcar pode prejudicar sinapses neurais, impactando negativamente a cognição e a memória. Além disso sabemos que o consumo de açúcar podem causar confusão mental, cansaço, irritabilidade e alterações no humor.
Trazer novamente os hábitos saudáveis de alimentação perdidos durante a evolução da nutrição sem, é claro, perder todos os benefícios conquistados.
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A gordura, ou lipídeos, são substância de origem animal ou vegetal, compostos quase que exclusivamente de produtos de condensação entre glicerol e ácidos graxos, denominados triacilgliceróis.
São classificados em:
Os lipídeos apresentam como função:
As principais fontes desse macronutriente são:
Basicamente, existem três grupos de gorduras que consumimos no nosso cotidiano e dentro de cada grupo há vários outros tipos de subdivisão.
A quantidade de gordura recomendada para ser consumida por dia é de 30% das calorias diárias totais, mas apenas 2% pode ser de gordura trans e no máximo 8% de gordura saturada, pois essas são as formas prejudiciais à saúde.
Por exemplo, um adulto saudável e com peso adequado precisa consumir cerca de 2000 kcal por dia, sendo que cerca de 30% dessa energia pode vir de gorduras, o que dá 600 kcal. Como 1 g de gordura tem 9 kcal, para alcançar 600 kcal deve-se consumir cerca de 66,7 g de gorduras.
No entanto, esta quantidade deve ser dividida da seguinte forma:
A tabela a seguir traz a quantidade de gordura nos principais alimentos ricos nesse nutriente.
| Alimentos (100g) | Gordura Total | Gordura Insaturada (Boa) | Gordura Saturada (Ruim) | Calorias |
| Abacate | 10,5 g | 8,3 g | 2,2 g | 114 kcal |
| Salmão grelhado | 23,7 g | 16,7 g | 4,5 g | 308 kcal |
| Castanha-do-pará | 63,5 g | 48,4 g | 15,3 g | 643 kcal |
| Linhaça | 32,3 g | 32,4 g | 4,2 g | 495 kcal |
| Picanha bovina grelhada | 19,5 g | 9,6 g | 7,9 g | 289 kcal |
| Bacon grelhado | 31,5 g | 20 g | 10,8 g | 372 kcal |
| Lombo de Porco assado | 6,4 g | 3,6 g | 2,6 g | 210 kcal |
| Biscoito recheado | 19,6 g | 8,3 g | 6,2 g | 472 kcal |
| Lasanha congelada | 23 g | 10 g | 11 g | 455 kcal |
As gorduras saturadas e a trans são consideradas as piores gorduras. Isso porque aumentam o nível de colesterol ruim (LDL) no sangue, triglicerídeos e reduzem o colesterol bom (HDL), levando a quadros de doenças cardiovasculares.
A gordura insaturada é considerada um tipo de gordura boa, mas mesmo assim você teve der um controle da quantidade ingerida. As gorduras boas podem ser de origem vegetal ou animal.
Alguns alimentos ricos em gorduras do bem são os peixes, as castanhas e sementes, os azeites, o abacate e o côco. A quantidade máxima indicada para consumo desses alimentos é de 26 a 30% das calorias por dia.
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As proteínas auxiliam na construção de tecidos como pele e músculo e, ainda, ajudam na formação da estrutura do organismo.
Além disso, as proteínas têm diversas funções, como a produção de hormônios, enzimas e anticorpos. Essenciais para uma vida ativa e saudável, elas atuam na restauração de proteínas corpóreas e contribuem com diversos fluidos, como muco, leite materno e esperma.
Podem ser encontradas em alimentos de origem vegetal e animal e são classificadas em 3 grupos, sendo:
As proteínas podem ser encontradas nos mais variados tipos de alimentos, como ovos, leite e derivados, carne branca e vermelha, peixes, oleaginosas e leguminosas — como grão-de-bico e soja.
As proteínas auxiliam na construção de tecidos como pele e músculo e, ainda, ajudam na formação da estrutura do organismo.
Alimentos com proteína animal
Alimentos com proteína vegetal
Abaixo estão os alimentos mais procurados devido ao seu baixo teor de gordura, mas lembre-se de conferir também a quantidade de calorias a cada 100g.
As proteínas podem ser encontradas em alimentos de origem animal e vegetal.
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]]>O post Aprenda como aumentar a saciedade apareceu primeiro em Meu Treino Perfeito.
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Saciedade é a sensação de estar satisfeito; em termos leigos, é não estar com fome e ter pouca ou nenhuma vontade de comer comida.
A saciedade acaba com o argumento da contagem de calorias por si só, porque se a contagem de calorias fosse a resposta, o número de calorias que comíamos estaria diretamente relacionado ao nosso sentimento de saciedade e saciedade. Mas não é esse o caso.
Alguns alimentos realmente alimentam nossa fome, enquanto outros nos saciam. A contagem de calorias falha porque não leva em consideração a saciedade, e se você não está cronicamente saciado e tem acesso a comida, eventualmente você vai compensar o déficit calórico!
Alguém poderia argumentar que a saciedade é mais importante na perda de peso, porque se você comer alimentos que levam à perda de peso e estiver completamente satisfeito em um nível biológico, terá uma boa chance de vencer a luta no longo prazo.
Existem outros fatores que afetam o nosso consumo alimentar, mas o primeiro e mais básico objetivo para acertar é a saciedade.
Como podemos nos sentir saciados e satisfeitos com o que comemos e perder peso? É mesmo possível?
Sim, e você verá o porquê com alguns exemplos.
Como é difícil medir a saciedade direta e tecnicamente, podemos usar a massa de comida como ponto de partida, uma vez que parte da saciedade é ditada por quanto espaço a comida ocupa em seu estômago.
Este é o conceito por trás da cirurgia bariátrica, que torna seu estômago muito menor para que você se sinta saciado mais rápido e não coma tanto.
Uma alternativa mais segura para reduzir cirurgicamente o estômago é comer alimentos que o preencham com menos calorias. Apenas por diversão, vamos comparar o conteúdo calórico de alguns alimentos com sua massa. Isso lhe dará uma ideia de como os alimentos naturais saciam muito mais.
Um saco de 167 gramas de bata frita (aquela que rima com tufuls) contém aproximadamente 900 calorias. Embora sejam muitas batatas fritas, não é difícil comer o pacote todo, não é?!
Apesar de seu alto teor de calorias, os chips não fazem um bom trabalho em fazer você se sentir satisfeito, e estudos sugerem que esses alimentos processados com alto teor de gordura, carboidratos e alto teor de energia podem até nos levar a comer mais.
Em vez daquele meio saco de 167g de batatas fritas, você poderia comer 375g de frango, que é altamente saciante e mais do que o dobro de comida que as batatas fritas.
Você pode tentar comer 810g de arroz integral (quase 1 quilo). Ou que tal brócolis? Seriam aproximadamente 2,6 quilos de brocólis.
Isso mesmo que você viu… Para comer 900 calorias de brócolis, você precisa ingerir aproximadamente 2,6 quilos do vegetal.
Boa sorte tentando comer tanto brócolis em cinco dias, quanto mais em uma sessão.
E morangos? Para igualar a quantidade de calorias do saco de batatas fritas, você teria que comer 2,5 quilos de morango.
Isso significa que, para um saco cheio de batatas fritas ou uma refeição típica de fast food, o valor calórico equivalente seria de 2,6 quilos de morangos.
Eu não estou inventando isso. Essas informações estão disponíveis em vários sites que possuem informações nutricionais dos alimentos.
Acesse https://www.fatsecret.com.br/ para saber mais.
Mas é o açúcar dos morangos que é problemático, certo?
Não é bem assim, afinal 1 quilo de morangos contém apenas 46,6 gramas de açúcar. Em proporção, isso é muito menos do que um refrigerante possui. Só para comparar, um refrigerante 600ml possui em média 66g de açúcar.
O sistema de contagem de calorias ensina você a pensar:
“Ah, esse saquinho de batatas fritas tem apenas 160 calorias”.
Mas isso é uma perspectiva EXTREMAMENTE falha, porque joga alimentos processados em discussão como uma opção viável para perda de peso, quando na verdade eles são a principal causa da epidemia global de obesidade.
Quando se trata de economizar seu dinheiro em calorias, você não vai superar os alimentos naturais (e falaremos sobre alimentos processados de baixa caloria em breve).
Muitos concordariam que a pior parte da dieta e da contagem de calorias é a fome. Mas se você comer os alimentos certos, pode facilmente comer menos calorias sem sentir fome.
Um estudo de 2016 descobriu que “quanto mais alimentos são processados, maior a resposta glicêmica e menor o potencial de saciedade”.
No café da manhã, às vezes como três ovos cozidos (150g) e bebo água. É bastante satisfatório para uma pessoa que não come tanto no café da manhã como eu.
Curiosidade: um estudo de 2008 descobriu que um café da manhã com ovo aumentou a perda de peso, com uma redução 61% maior no IMC (Índice de Massa Corporal) do que um grupo que comeu pães no café da manhã.
Não precisamos de estudos para nos dizer que os ovos são mais saciantes por caloria. Também podemos deduzir isso pelo fato de serem um único ingrediente e não serem alimentos ultraprocessados processados.
Nós nos enganamos quando comparamos o tamanho de alimentos processados e alimentos inteiros e concluímos que “alimentos integrais não são tão satisfatórios”.
Isso é exatamente o oposto da verdade. Alimentos inteiros são muitas vezes mais satisfatórios do que alimentos processados por caloria.
“Eu como saladas, mas ainda fico com fome depois.” Tenho certeza de que você já ouviu ou disse essa declaração antes.
Aqui está o problema: a salada que você acabou de comer é provavelmente cerca de 20% das calorias de uma refeição típica.
Se você está com fome depois de comer uma salada, você não comeu o suficiente. Coma mais salada ou outro alimento se ainda estiver com fome.
“Encher-se de comida” com alimentos saudáveis ainda resulta em uma refeição de baixa caloria.
Um estudo descobriu que a refeição média em um restaurante continha 1.327 calorias.
Vamos ver que tipo de refeição saudável podemos criar com tantas calorias.
Ok, então examinamos um pouco o conteúdo calórico médio de uma refeição em um restaurante.
Você não precisa ter medo de comer demais ou ficar com fome se estiver comendo alimentos verdadeiramente saudáveis.
Inclusive, incluí alguns alimentos com o teor calórico um pouco mais alto, como frango e batata, mas esses alimentos compensam a saciedade.
As batatas classificadas como o alimento mais saciante no índice de saciedade.
Não interprete mal esses dados. Quase todos os alimentos naturais têm uma proporção significativamente maior de saciedade por caloria em relação aos alimentos processados, o que naturalmente leva a menos calorias ingeridas, mas essa não é a história completa.
Não estamos trocando “apenas questões de calorias” por “questões apenas de saciedade por caloria”. A saciedade por caloria é mais importante do que apenas calorias, mas os alimentos naturais com alto teor de gordura e calorias ainda podem ser fantásticos para a perda de peso por outros motivos.
Apenas duas colheres de sopa de azeite (27g) equivalem a 238 calorias (o pesadelo de um contador de calorias), não é mesmo?!
Só que em um estudo com 28 mulheres, 80% perderam mais de 2,5 quilos em uma dieta enriquecida com azeite de oliva, em comparação com apenas 31% em uma dieta com baixo teor de gordura.45
“Como isso pode acontecer?!”
No próximo artigo vamos discutir os outros fatores que tornam os alimentos não processados excelentes para perda de peso.
Em criação, aguarde.
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Personal Trainer Camila Almeida.
Nutricionista Rodrigo Zanetti.
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]]>DICA: Se você tiver qualquer dúvida ou se tiver dificuldade de entender o conteúdo, entre em contato e fale com um personal trainer online ou nutricionista.
Esse post faz parte de um curso que estamos desenvolvendo chamado Protocolo do Emagrecimento – Meu Treino Perfeito.
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Cada caloria que você consome tem um impacto hormonal e metabólico único em seu corpo. Dois alimentos com o mesmo valor calórico são diferentes em satisfação biológica, satisfação percebida, saciedade, resposta à insulina, conteúdo de nutrientes (que afeta a saúde e a função de nossos órgãos) e distribuição de energia, todos os quais podem afetar seu comportamento e peso no curto e longo prazo. Seguindo a regra de emagrecimento Com a maneira de pensar “calorias que entram, calorias que saem” (CICO – do inglês, Calories In, Calories Out), esses fatores são considerados irrelevantes, embora afetem suas decisões alimentares, incluindo quantas calorias você se sente obrigado a comer.
Para ser mais claro… Comer em excesso os alimentos certos pode potencialmente causar ganho de peso – é possível – mas é um desafio por causa de sua proporção tipicamente alta de saciedade para calorias, valor nutricional e compostos de cura para o corpo. Além disso, não vamos lidar apenas com os extremos. O objetivo não é ficar estufado ao nos alimentarmos com os alimentos certos.
Você deve controlar sua alimentação e dieta seguindo a seguinte regra:
Se estou “com fome” eu preciso comer até ficar “satisfeito” e não de “estou morrendo de fome” e preciso comer “até explodir”.
O objetivo é uma saciedade suave e consistente, não saltando da extrema restrição calórica para a compulsão alimentar (efeito sanfona).
Se você come de forma saudável para ficar satisfeito, com certeza perderá peso, ficará satisfeito e não terá que lidar com compulsões alimentares e nem passará fome.
Uma noite eu ataquei a geladeira e comi 4 mangas! Era muita manga, mas estava delicioso. Ai bateu o arrependimento (não pelo sabor, mas por causa do medo de ter engordado).
Resolvi então pesquisar sobre calorias da manga e descobri que tinha comido quase meio quilo de manga, só que menos que 350 calorias!!!
Para você ter uma ideia, 100g de chocolate tem 561 calorias, fora as gorduras, sódio e açúcares.
Em proporção, a manga é 75% menos calórica que um chocolate, e novamente, sem levar em consideração a quantidade de ingredientes do chocolate, gorduras, sódio, etc.
Você deve sempre ficar atento a densidade calórica dos alimentos e se alimentar de forma saudável e não ficar sempre comendo suas emoções.
Alimentos integrais sempre terão a maior proporção de saciedade por calorias, o que significa que não há necessidade de contar calorias se você comer os alimentos certos.
Dica: Se você acha que “alimentos dietéticos” com zero caloria possuem a maior proporção de saciedade para calorias, você não está considerando seus efeitos de médio e longo prazo sobre o apetite.
A contagem de calorias se tornou a forma mais popular de fingir que uma alimentação não saudável é um caminho viável para a perda de peso. Dizem que você pode comer junk food, desde que esteja abaixo do seu requisito calórico. Como os alimentos processados são tipicamente de alto teor calórico e não saciam, as pessoas que contam calorias como forma de justificar uma dieta pobre podem acabar morrendo de fome no final do dia, e por isso dietas que fazem você passar fome, no final das contas acaba por fazer você engordar no médio e longo prazo.
A estratégia de ficar contando calorias é falha. Você pode até ter a sensação de estar emagrecendo, afinal está passando fome, mas assim que sua paciência acabar ou sua força de vontade diminuir, você acabará mais gordo do que quando começou a dieta.
Se preocupar com a qualidade dos alimentos que você come, evitar ao máximo ultra processados e praticar atividade física de forma regular é o caminho para você conseguir emagrecer de forma saudável e duradoura.
No próximo artigo falaremos sobre saciedade.
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